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Resident Evil Requiem: Prévia Exclusiva Indica a Fórmula Perfeita de Terror e Ação para Celebrar 30 Anos da Franquia no PS5 e Xbox Series

Resident Evil Requiem: Prévia Exclusiva Indica a Fórmula Perfeita de Terror e Ação para Celebrar 30 Anos da Franquia no PS5 e Xbox Series

Três décadas se passaram desde os horrores da Mansão Spencer e o início do surto zumbi em Raccoon City. Agora, a Capcom se prepara para lançar Resident Evil Requiem, um título que não apenas homenageia a rica história da franquia, mas também estabelece um novo e empolgante capítulo. Tivemos a oportunidade de testar algumas horas do jogo e as primeiras impressões apontam para um acerto em cheio na mistura entre terror e ação.

O jogo habilmente equilibra a vulnerabilidade de Grace Ashcroft, que percorre corredores com medo em cenas repletas de sustos, com a experiência e o arsenal de Leon S. Kennedy, que retorna para enfrentar os contaminados em sequências de pura adrenalina. Essa sinergia entre gameplays distintos é o coração de Requiem, prometendo mistério, a sombra da invasão de Raccoon City e uma nova ameaça que exigirá nervos de aço dos jogadores.

A Dualidade do Gameplay: Terror e Ação em Sintonia

Durante a prévia, pudemos experimentar três trechos distintos. O primeiro e o terceiro colocaram-nos no controle de Leon, acompanhando o agente da DSO em sua chegada ao hospital do Dr. Gideon, o provável grande vilão da trama, e depois em um confronto com um mid-boss. Nessas sequências, Leon demonstra que ainda “segura o tranco”, enfrentando hordas de inimigos com faca, armas de fogo e até golpes físicos. A semelhança com o remake de Resident Evil 4 é notável: munição não é uma preocupação constante, e a recompensa vem de encarar os perigos de frente, inclusive um médico infectado com uma motosserra, que certamente evocará memórias nos fãs.

Já na segunda sequência, assumimos o papel de Grace Ashcroft, explorando o mesmo hospital, mas por áreas diferentes. Com Grace, a dinâmica muda drasticamente. Munição e itens são escassos, a força física é limitada e o medo é um companheiro constante. Sua jogabilidade remete aos padrões de Ethan Winters em Resident Evil 7 e Village, onde a estratégia é manter-se invisível e evitar confrontos diretos. Essa mudança abrupta entre os estilos de jogo ocorre de forma orgânica e desafia o jogador a se adaptar para sobreviver. Ambos os estilos são extremamente bem executados, agradando tanto aos fãs do Leon “pancadaria” quanto aos jogadores “old school” que buscam o survival horror clássico.

Inovações e Retornos: Câmeras, Localização e Crafting

Resident Evil Requiem apresenta uma série de ferramentas e mecânicas que aprimoram a experiência. Um dos destaques é a possibilidade de alternar a qualquer momento entre as câmeras em 1ª e 3ª pessoa, um acerto para agradar a todos os públicos, desde aqueles que preferem ver Leon e Grace em ação até os que se adaptaram ao estilo de câmera dos capítulos mais recentes.

A Capcom também entregará uma localização impecável. A build testada já contava com dublagem e menus em português brasileiro, mantendo o alto padrão de qualidade da empresa. Além dos comandos clássicos de combate, o jogo reintroduz mecânicas de craft. Não basta apenas encontrar itens; misturar compostos é essencial para a sobrevivência, com a adição de puzzles para garantir que a mistura resulte no material químico desejado, como um contra-reagente para o vírus que explode os contaminados.

Os quebra-cabeças, aliás, retornaram com força total. Há muito tempo não sentíamos a necessidade de anotar padrões ou memorizar combinações para progredir, forçando uma abordagem mais cautelosa. Desde encontrar chaves específicas até acionar passagens secretas com conjuntos de itens, os desafios exigem atenção e estratégia, com o mapa auxiliando na navegação, mas não na dificuldade da coleta e uso dos recursos.

Infectados Inteligentes: A Nova Ameaça em Requiem

O nível de inteligência e comportamento dos infectados em Resident Evil Requiem é surpreendente. Longe de serem meros zumbis descerebrados, essas criaturas se lembram de suas “vidas passadas”, continuando a executar tarefas rotineiras, como limpar espelhos ou cortar carne. Essa característica levanta uma questão crucial: como Leon e Grace identificarão uma vítima real de um infectado que replica palavras ou atitudes humanas? Essa ambiguidade é um acerto enorme da Capcom, que promete confundir os jogadores.

Até os “mortos-vivos” mais simples podem apresentar ataques distintos, munidos de facas, seringas ou outros itens, tornando-se um grande problema, especialmente para Grace, que frequentemente estará sem munição. Contudo, o que mais impressionou foram os contaminados que utilizam ataques sonoros. Criaturas que cantavam antes da transformação agora usam gritos para desestabilizar à distância e acionar outros inimigos na área. Além disso, a inteligência artificial dos inimigos é notável: os mais simples pulam obstáculos e perseguem, enquanto chefões intermediários gritam e farão de tudo para surpreender, remetendo ao temido Nemesis dos velhos tempos.

Um Novo Começo com Raízes no Passado

A caça ao Dr. Gideon, os intensos confrontos e os quebra-cabeças deixam claro que Resident Evil Requiem trilha dois caminhos: abrir um novo capítulo e, ao mesmo tempo, celebrar os 30 anos de história da franquia, levando os fãs de volta a Raccoon City, o berço de tudo. A prévia foi suficiente para assustar, levantar diversas dúvidas sobre os mistérios apresentados e proporcionar muita diversão, aumentando a ansiedade pelo lançamento.

Resident Evil Requiem promete entregar tudo o que os fãs amam na franquia e, ao mesmo tempo, introduzir elementos que definirão os próximos jogos. Seja pelo temor de Grace ou pela coragem de Leon, a trama e o gameplay envolverão e criarão uma conexão única entre o passado e o futuro. O jogo será lançado pela Capcom em 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PCs.

Michael Schumacher não está mais acamado, afirma tabloide inglês; ex piloto de Fórmula 1 pode se locomover em cadeira de rodas 12 anos após acidente

Michael Schumacher não está mais acamado, afirma tabloide inglês; ex-piloto de Fórmula 1 pode se locomover em cadeira de rodas 12 anos após acidente

Mais de 12 anos após o grave acidente de esqui na França, o heptacampeão mundial de Fórmula 1, Michael Schumacher, não estaria mais acamado. A informação foi divulgada pelo jornal inglês Daily Mail, que aponta progressos significativos no estado de saúde do ex-piloto, permitindo que ele se locomova em uma cadeira de rodas.

Detalhes da Reportagem e Localização

De acordo com a matéria, o jornalista Jonathan McEvoy visitou a casa de veraneio da família Schumacher em Maiorca, na Espanha, para apurar o estado de saúde do ícone do automobilismo. Após consultar fontes próximas, McEvoy descobriu que Schumacher, que sofreu o acidente em dezembro de 2013, pode ser empurrado pelas propriedades em sua cadeira de rodas.

Atenção Médica Constante e Progressos Físicos

O jornal ressalta que Michael Schumacher continua recebendo atenção médica praticamente 24 horas por dia. Essa dedicação envolve a esposa Corinna e uma equipe de profissionais de saúde, que contribuem para os progressos físicos observados. A mobilidade em cadeira de rodas é um dos avanços destacados.

Desafios na Comunicação e Percepção

Apesar dos progressos físicos, a comunicação de Schumacher permanece uma barreira. Uma pessoa próxima da família teria dito ao jornalista: “Você não pode ter a certeza que ele percebe tudo porque ele não consegue se comunicar”. A mesma fonte complementou que “a sensação que há é que ele percebe algumas coisas que se passam a sua volta, mas não todas”.

Histórico e Contexto

Desde o acidente que causou um trauma cerebral, Michael Schumacher não é visto em público. Ele foi mantido em coma induzido até junho de 2014, após já ter saído da UTI. Recentemente, no início de 2025, três indivíduos, incluindo um ex-segurança, foram condenados na Alemanha por tentativa de extorsão à família de Schumacher, buscando dinheiro em troca de arquivos pessoais do ex-piloto. Schumacher é uma lenda da Fórmula 1, com sete títulos mundiais conquistados em 1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, além de 91 vitórias na categoria.