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Maduro acusa EUA de “pirataria de corsários” após apreensão de petroleiros no Caribe

Maduro acusa EUA de "pirataria de corsários" após apreensão de petroleiros no Caribe

Apreensões de navios de petróleo intensificam tensão entre Venezuela e EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou neste domingo (21) as recentes apreensões de petroleiros realizadas pelos Estados Unidos no mar do Caribe, classificando as ações como “pirataria de corsários”. A declaração surge após a interceptação de um terceiro navio próximo ao território venezuelano.

Maduro afirmou que a Venezuela tem enfrentado “há cerca de 25 semanas” uma escalada de “ações hostis” por parte dos EUA contra embarcações que transportam petróleo venezuelano. Embora não tenha mencionado diretamente os navios apreendidos, o líder venezuelano criticou a pressão americana.

Navios confiscados e “frota fantasma” sob mira dos EUA

No sábado (21), um segundo petroleiro, operando sob bandeira do Panamá, foi confiscado. Washington alega que o navio transportava petróleo sujeito a sanções e integrava um esquema informal de exportação, apelidado pela Casa Branca de “frota fantasma” da Venezuela. Segundo os EUA, o objetivo dessas operações é coibir o comércio de petróleo que financia o governo de Maduro.

A interceptação de um terceiro petroleiro ocorreu no domingo, intensificando a crise diplomática e econômica entre os dois países.

Bloqueio total e acusações de tráfico de drogas

A tensão foi agravada pela decisão do presidente Donald Trump de ordenar um bloqueio total contra a Venezuela. A Casa Branca justificou a medida citando o envolvimento do regime de Maduro no tráfico de drogas.

Em resposta, a ditadura venezuelana argumenta que a pressão militar americana visa forçar uma mudança de regime e se apropriar das “riquezas” do país.

Venezuela busca apoio internacional e critica sanções

O governo venezuelano tem buscado apoio de outros países, como o Irã, para combater a pressão militar e as sanções impostas pelos Estados Unidos. Paralelamente, Maduro tem buscado projeção internacional com iniciativas como a criação de um prêmio Nobel alternativo, que ele mesmo recebeu.

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