Interceptação faz parte de ofensiva de três meses contra transporte de petróleo venezuelano
Os Estados Unidos interceptaram um terceiro navio petroleiro com sanção próximo à costa da Venezuela. A embarcação, que navegava sob uma bandeira falsa, foi apreendida em uma operação que já dura três meses e envolve 10 mil militares e oito mega navios, incluindo o maior navio militar do mundo, o SS Gerald B. Esta ação marca uma nova fase na ofensiva, que já resultou na captura de três embarcações transportando petróleo.
Trump declara petroleiros como propriedade dos EUA para justificar apreensões
O presidente Donald Trump autorizou sanções contra navios petroleiros venezuelanos, declarando-os como propriedade dos Estados Unidos. Essa medida permite a interceptação e apreensão do petróleo transportado. Os tripulantes foram removidos em segurança e serão repatriados. Tanto o petróleo quanto os navios apreendidos estão sendo levados para os Estados Unidos. A Casa Branca confirmou que as operações continuarão.
Coletiva de imprensa anunciará construção de novo mega navio e discutirá Venezuela
Uma coletiva de imprensa está agendada para detalhar as operações, com a presença do presidente Donald Trump, Pete Hegseth do Departamento de Guerra e o responsável pela Marinha dos EUA. Embora o foco principal seja o anúncio da construção de um novo mega navio militar, a situação na Venezuela e as recentes apreensões de petróleo devem ser temas centrais, dada a expectativa dos jornalistas e o interesse de Washington em Caracas.
Ofensiva visa pressionar regime de Maduro e controlar fluxo de petróleo
A série de interceptações e apreensões de navios petroleiros demonstra a estratégia dos Estados Unidos em aumentar a pressão sobre o regime de Nicolás Maduro, buscando cortar suas fontes de receita. A ação coordenada, com forte presença militar, sinaliza a determinação de Washington em controlar o fluxo de petróleo venezuelano e impor sanções de forma mais eficaz.















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