Nova Frota de “Classe Trump” Promete Ser a Maior e Mais Poderosa Já Construída
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (22) um ambicioso plano de expansão naval, revelando a construção de dois novos navios de guerra que levarão seu nome. Durante um evento em sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida, Trump declarou que essas embarcações, que farão parte da futura “frota dourada”, serão “os maiores já construídos” e “cem vezes mais poderosas” que os navios atuais. A iniciativa visa revitalizar a indústria naval americana e aumentar a capacidade militar do país.
Ameaças Diretas a Nicolás Maduro
Em meio a operações militares americanas no Caribe e no Pacífico, Trump aproveitou a ocasião para enviar um recado direto ao presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “Se ele [Maduro] quiser fazer alguma coisa, se ele jogar duro, será a última vez que ele conseguirá jogar duro”, ameaçou Trump, reiterando declarações anteriores de que os “dias contados” do ditador venezuelano estariam próximos. A tensão entre os EUA e a Venezuela tem sido um tema recorrente na política externa da atual administração americana.
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Os novos “encouraçados” da futura “classe Trump” serão equipados com “armas e mísseis de última geração”, incluindo armamento hipersônico, canhões eletromagnéticos, mísseis de cruzeiro e “os lasers mais sofisticados do mundo”. Trump enfatizou a necessidade de construir esses navios “com rapidez”, criticando a lentidão e a falta de qualidade dos empreiteiros atuais. O próprio presidente afirmou que coordenará o design dos navios, pois se considera “uma pessoa muito ligada à estética”.
Revitalização da Indústria Naval e Desafios Geopolíticos
A ordem presidencial para a construção dos novos navios, que terão fabricação na Flórida, alinha-se com uma das metas centrais do governo Trump: modernizar a Marinha dos EUA e fortalecer a indústria naval nacional. A preocupação com a defasagem tecnológica em relação a potências como a China e as limitações dos estaleiros existentes motivam essa expansão. A expectativa é que a frota ultrapasse 20 embarcações, marcando um novo capítulo na capacidade militar naval americana.















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