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Eddie Murphy como Bolsonaro: A Comédia Absurda que o Brasil Poderia Ter (e o Roteiro Criativo)

Eddie Murphy como Bolsonaro: A Comédia Absurda que o Brasil Poderia Ter (e o Roteiro Criativo)

Um Roteiro Inusitado para a Política Brasileira

Imagine a cena: um filme que narra a ascensão meteórica de Jair Bolsonaro ao poder, mas com uma reviravolta digna de Hollywood. A premissa é audaciosa e, para muitos, hilária: Eddie Murphy, o mestre das transformações e do humor, interpretando não apenas Bolsonaro, mas todos os personagens-chave de sua jornada política. Este artigo explora essa ideia fantasiosa, desdobrando um roteiro que mistura suspense, drama e a inconfundível capacidade cômica de Murphy.

O Nascimento de um Outsider e a Divisão Nacional

A narrativa hipotética começa com a figura enigmática e controversa de Olavo de Carvalho, interpretado por Murphy, ecoando suas ideias filosóficas. Em seguida, Murphy se transforma em Jair Bolsonaro, mostrando sua ascensão como o ‘outsider’ que desafia o status quo. A polarização do país é retratada através de embates icônicos, como a discussão entre Bolsonaro e a deputada Maria do Rosário, onde Murphy demonstraria sua versatilidade ao encarnar ambos os papéis, capturando a tensão e a retórica acalorada do momento.

A Facada, o Renascimento e a Simplicidade do Pão com Leite Condensado

O filme mergulharia no drama da facada, um evento que chocou o país. Murphy, no papel de Bolsonaro, transmitindo a dor e a fragilidade, para em seguida, em uma cena quase surreal, ressurgir com a força de quem renasceu, gritando “Eu nasci de novo!”. A simplicidade que se seguiu, com a icônica imagem de Bolsonaro comendo pão com leite condensado, seria um momento de humor e representatividade, onde Murphy, lambendo os dedos com satisfação, declararia: “Isso aqui é o Brasil!”.

O Mito, a Ema e o Desafio à Justiça

A ascensão de Bolsonaro ao poder seria marcada por cenas de grande mobilização popular, como a Avenida Paulista vibrando em verde e amarelo. Murphy, como Bolsonaro, entoaria discursos inflamados, proferindo frases de efeito contra seus opositores. A cena surreal de Bolsonaro oferecendo cloroquina a uma ema no Palácio da Alvorada seria retratada com o humor ácido característico de Murphy, quebrando a quarta parede para comentar a reação da imprensa. O filme culminaria em momentos de grande impacto, como o beijo em Michelle Bolsonaro e a declaração de ser “imbrochável”, além da emblemática motociata, com Murphy pilotando todas as motos.

O Confronto Final e o “Acabou, p****!”

O roteiro hipotético não deixaria de lado os embates com o Judiciário, personificado por Alexandre de Moraes, interpretado também por Murphy. A tensão seria palpável no tribunal, culminando na inusitada oferta de vice em 2026. A montagem final, repleta de flashes de emoção, raiva, alegria e incerteza, levaria ao clímax dramático. A cena final, em uma coletiva de imprensa no Palácio do Alvorada, com Bolsonaro declarando “Acabou, p****!”, selaria o fim de uma era e o título do filme: “The Dark Horse”. A participação especial de Meryl Streep como Hélio Lopes adicionaria um toque final de ironia a esta obra cinematográfica que, embora fictícia, reflete o turbilhão político brasileiro.

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