Assassin's Creed Shadows em review: dupla é um acerto, mas jogo repete erros

Assassin's Creed Shadows em review: dupla é um acerto, mas jogo repete erros




Lançamento da Ubisoft, Assassin’s Creed Shadows também agrada com sua ambientação e finalmente leva os jogadores ao Japão Feudal, com altíssimo nível de qualidade técnica; veja opinião Assassin’s Creed: Shadows é o novo e mais aguardado capítulo da franquia de RPG de ação da Ubisoft, conhecida por revisitar diferentes períodos históricos e políticos. Em seguida uma longa espera por segmento dos fãs, a série finalmente desembarca no Japão Feudal em uma narrativa que explora os intensos conflitos do término da era Sengoku, no século XVI. Esta é uma idade em que o Japão passava por um ofensivo processo de unificação sob o poderio de Oda Nobunaga – publicado também porquê o Senhor da Guerra. O jogo chega oficialmente em 20 de março e é o primeiro da franquia a ser lançado somente em plataformas da atual geração, com versões para PC, PlayStation 5 (PS5), Xbox Series S e Xbox Series X, e preços a partir de R$ 349,99.
Desta vez, dois aliados improváveis dividem o protagonismo: a hábil kunoichi Naoe Fujibayashi, nativa da província de Iga e dos quais vilarejo foi brutalmente atacado pelo tropa de Nobunaga; e o samurai africano Yasuke, inspirado em uma figura histórica, retratada em diferentes mídias, e que chegou ao Japão pelos jesuítas, despertando o interesse do Senhor da Guerra e atuando porquê o seu braço recta desde logo. O TechTudo já testou Assassin’s Creed: Shadows previamente e conta, a seguir, os pontos positivos e negativos deste que é um dos lançamentos mais importantes da história da Ubisoft. Confira:
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Assassin’s Creed Shadows não escapa dos clichês da série, mas é certeiro na escolha de protagonistas e ambientação; veja estudo
Divulgação/Ubisoft
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Uma novidade história regada a velhos costumes
É importante manifestar que a Ubisoft acertou em referto na escolha de protagonistas em Assassin’s Creed: Shadows. Tanto Yasuke quanto Naoe são personagens interessantes, muito desenvolvidos e que participam ativamente da façanha. Isso é um pouco que deve aprazer as pessoas que se incomodavam com os avatares “masculino” e “feminino” sem profundidade de títulos anteriores, porquê em Valhalla. Embora venham de contextos muito diferentes, ambos têm carisma e uma sinergia que funciona perfeitamente muito, mantendo o jogador interessado no que eles têm a manifestar e nos desdobramentos da trama.
Esse sentimento se fez tão presente ao longo da experiência que, em alguns momentos de múltiplas escolhas, eu me vi motivado a voltar no registro salvo para conferir outras opções de diálogo — e suas eventuais consequências. Quanto mais eu pudesse me aprofundar nesses personagens, melhor. Isso porque os pontos mais altos da narrativa de Assassin’s Creed: Shadows são justamente os que somos convidados a saber mais dos protagonistas, pois são eles quem empregam tanta personalidade ao jogo.
Naoe e Yasuke são muito carismáticos e muito desenvolvidos ao longo de Assassin’s Creed Shadows
Reprodução/Bruno Magalhães
Mas aguente firme: o jogo também está recheado de problemas de ritmo. Muito disso se deve aos rodeios da estrutura de gameplay nas suas missões principais, que envolvem a típica fórmula: velejar do ponto A ao B; conversar com um solicitante; dirigir-se a um ponto C para obter mais informações sobre o seu branco (infiltrando-se em fortes, saqueando baús etc); tornar ao ponto B para reportar o que foi desvelado; e assim sucessivamente, até o momento último em que o branco, devidamente identificado, será eliminado.
Vamos evitar spoilers nesta resenha, mas há onze alvos principais — todos mascarados e que têm grande significado na jornada de vingança de Naoe. E, evidente, todos também seguem, em qualquer nível, essa receita do parágrafo anterior. Investe-se muito tempo acatando pedidos de NPCs que no término das contas são esquecíveis, porquê uma forma de justificar a travessia pelo mundo simples. Em seguida mais de quarenta horas de gameplay, isso é um pouco que fica muito maçante.
A recomendação é tentar variar as atividades, deixando de lado a história principal por um momento e experimentando, por exemplo, as missões secundárias envolvendo outros personagens da sua rede de aliados. No menu de Objetivos, eles ficam destacados em “A Liga” e se juntam ao seu esconderijo com o curso da história principal. Ou por outra, eles também são bastante carismáticos, com destaque para o jovem Junjiro, que é um dos que mais rapidamente capturam a nossa atenção.
Os momentos mais interessantes de Assassin’s Creed Shadows são os que mergulham nas motivações de cada protagonista
Reprodução/Bruno Magalhães
Gameplay que procura unir tudo o que a franquia já fez
O gameplay de Assassin’s Creed: Shadows é muito feliz ao misturar os combates focados em equipamentos e habilidades, porquê na recente trilogia de RPG, e a ação furtiva pela qual a franquia se consolidou. Yasuke e Naoe são os personagens que representam essas abordagens, respectivamente.
Enquanto o primeiro é um verdadeiro tanque de guerra com seus golpes de grandíssimo impacto capazes de desmembrar inimigos, Naoe se destaca por ser elusiva e prestímano — dispondo até mesmo de um arpéu para uma exploração mais vertical. É uma forma que a desenvolvedora encontrou de tentar aprazer todo o público. Isso podia dar muito inverídico a ponto de aprazer ninguém no término das contas, mas o resultado é bastante satisfatório.
Os combates são muito viscerais quando estamos no controle de Yasuke. Não há muita variedade de combos, mas o gameplay é simples e efetivo, dispondo de um botão para ataques leves, um para pesados, outro para esquiva e um último para resguardo. As técnicas que liberamos conforme o nível de Conhecimento aumenta também são divertidas e colaboram para deixar a experiência diversificada.
Isso também vale para as outras armas que estão disponíveis além da katana, todas com suas respectivas árvores de habilidades. Entre elas estão uma naginata, uma espécie de alabarda japonesa; e a teppo, que é uma espingarda. É fácil de aprender os padrões de ataque dos inimigos, mas a verdadeira dificuldade está quando eles aparecem em grupos.
Yasuke é imponente com seu estilo de gameplay ofensivo e mais “direto ao ponto”
Divulgação/Ubisoft
Já a Naoe tem armas e ataques completamente diferentes de Yasuke. Ela consegue entrada, por exemplo, a uma kusarigama, uma espécie de manante com uma lâmina na ponta para ataques à intervalo. Ela também possui uma tanto, um tipo de adaga japonesa que ela utiliza em conjunto com uma lâmina oculta na outra mão, permitindo ataques em rápida sucessão. Embora consiga entrar em combates corpo a corpo com muita proficiência, Naoe toma muito mais dano dos inimigos, logo é preciso tomar desvelo.
É na ação furtiva que está o verdadeiro trunfo da kunoichi. É muito satisfatório invadir castelos, templos e outras instalações com suas técnicas, remetendo até mesmo a jogos porquê Tenchu. As animações do jogo também são muito caprichadas e exibem toda a facilidade da protagonista, que realiza manobras tão úteis quanto estilosas. O arpéu, já mencionado, traz uma conveniência sem precedentes para o gameplay furtivo, tornando-o no mais satisfatório que já experimentei nos jogos da série.
Durante as missões, os jogadores têm a oportunidade de escolher se desejam uma abordagem mais agressiva com o Yasuke ou uma mais cuidadosa, com a Naoe. Desta forma, é provável variar ainda mais a jogabilidade quando aquele sentimento de mesmice estrear a manar. Vale notar, no entanto, que há momentos em que não há esse poder de escolha e é preciso jogar com ambos os personagens — cada um desempenhando seu respectivo papel na missão.
Embora a gameplay tenha uma progressão satisfatória, ela não é tão responsiva quanto poderia ser. Não foram raros os momentos em que os personagens executavam movimentos involuntários, principalmente em momentos de escalada e realização, colocando em xeque todo o curso das missões. Essas ocorrências diminuem depois que o usuário se acostuma com os comandos, mas o sentimento é o de estar em um estável cabo-de-guerra com os controles.
A ambientação de Assassin’s Creed Shadows é impecável e faz valer toda a espera por um jogo da série no Japão Feudal
Reprodução/Bruno Magalhães
Um dos jogos mais imersivos da atual geração de consoles
A Ubisoft é referência quando o tópico é retratar cenários do mundo real com fidelidade em seus produtos. Em Assassin’s Creed Shadows isso não é exceção, pois é evidente porquê desenvolvedora depositou muito carinho e saudação às tradições japonesas. O jogador realmente se sente no Japão Feudal ao vislumbrar as paisagens do jogo, que saltam aos olhos com seu primor técnico, em próprio a incidência do vento sobre o cenário. É um efeito que labareda muita atenção ao longo da jogatina e que deve aprazer entusiastas de gráficos realistas.
Detalhes porquê esse nos fazem perceber que, embora esse jogo tenha demorado muito para se concretizar, felizmente ele aconteceu em uma geração com avanços técnicos o bastante para proporcioná-lo.
Em cada cantinho, também é provável observar que houve muita pesquisa e estudo para reproduzir os costumes japoneses de maneira cuidadosa. Por isso, a tarefa de velejar do ponto A ao B se torna um pouco menos tortuosa e passa a ser uma oportunidade de reputar todo o esmero dos cenários do jogo. Também colabora o trajo de que a exploração não entrega logo de faceta a localização dos seus objetivos: há unicamente algumas pistas para que o jogador possa manusear o planta e localizar os locais de missão manualmente, guiando-se pelos pontos cardeais.
Os cenários de Assassin’s Creed Shadows também sofrem influência das estações do ano
Reprodução/Bruno Magalhães
Caso o jogador tenha qualquer pressentimento de onde o objetivo possa estar e quer ter certeza, é provável usar batedores recrutáveis para revelar regiões do planta. É provável desativar esse sistema, colocando um marcador de objetivo convencional e que fica o tempo inteiro na tela, mas esse método é interessante por intensificar a submersão e o sentimento de investigação de Assassin’s Creed. É bastante satisfatório quando descobrimos por conta própria aonde devemos ir, sem um elemento gráfico invasivo na tela e que subestima a perceptibilidade dos jogadores.
Os testes aconteceram na versão de PS5, que recomenda o Modo de Qualidade, travado a 30 quadros por segundo, para prometer a melhor solução provável na plataforma. Se no console ele já é muito bonito, é de se imaginar que os visuais são ainda mais impressionantes nos computadores. Também foi provável notar que os dois adiamentos sofridos por Assassin’s Creed Shadows fizeram muito muito ao jogo, pois não enfrentei bugs muito sérios e que impedissem minha progressão. Também ajuda o trajo de o jogo relatar com múltiplos slots de salvamento automático, dando garantias de que o progresso não será perdido caso um pouco dê inverídico.
Assassin’s Creed Shadows vale a pena?
Assassin’s Creed Shadows é um jogo com muitos problemas pela sua natureza “megalomaníaca”, mas os seus personagens definitivamente não estão entre eles. Yasuke e Naoe brilham no curso da narrativa e são muito divertidos de controlar, cada um ao seu modo. A jornada de ambos é mais do que suficiente para justificar a existência do jogo. É originário que os jogadores acabem preferindo um ao outro em termos de gameplay, mas o lançamento é muito feliz ao reunir um pouco de tudo aquilo que deu evidente nos títulos anteriores da franquia, aplicando melhorias onde é pertinente.
As principais ressalvas são com relação aos controles escorregadios e o próprio ritmo da história, que é inchada em muitos momentos. Trata-se de uma consequência da velha “receita Ubisoft”, replicada à exaustão nos principais jogos da companhia. Por isso, o título também é um terreno familiar: se você já tem bastante experiência com a série e isso não soe um incômodo para você, é capaz que o jogo seja uma experiência bastante proveitosa. Por fim de contas, seus momentos altos são realmente muito bons e empolgantes.
Assassin’s Creed Shadows não escapa da ‘receita Ubisoft’, mas é um jogo supra da média da franquia e que vale conferir
Divulgação/Ubisoft
Também não é excesso manifestar que o jogo é o mais bonito de toda a franquia, aliando direção artística, com efeitos que remetem a técnicas de pintura à mão, e fidelidade visual. Seus cenários são deslumbrantes e realmente conseguem transportar os jogadores ao Japão. Essa particularidade por si só é capaz de invocar a atenção de entusiastas que não necessariamente têm interesse em Assassin’s Creed, de tão impressionante que é a sua realização.
Em suma, Assassin’s Creed: Shadows é definitivamente um jogo que vale dar pelo menos uma conferida, nem que seja necessário esperar uma promoção. Uma vez que ele “clica”, há muito a ser explorado pelo jogador. Só é preciso ter paciência para mourejar com características que, à esta profundidade, já são segmento do DNA da série. É incerto manifestar se nascente é o jogo de que a Ubisoft precisava para perseverar, principalmente em um momento em que a companhia é assolada por uma péssima gestão, com projeções inalcançáveis, demissões e fechamento de estúdios. Mas Assassin’s Creed Shadows com certeza é um jogo supra da média da empresa e dos quais saldo é positivo.
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Assassin’s Creed Shadows: confira detalhes do novo game da Ubisoft #trailer #jogos



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