Juara 77

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Ar condicionado dura menos tempo na praia? Saiba o que é mito e o que é real

Ar-condicionado dura menos tempo na praia? Saiba o que é mito e o que é real

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"title": "Ar-Condicionado na Praia: Mito ou Realidade que a Maresia Destrói Tudo? Veja Como Proteger o Seu!",
"subtitle": "Descubra o que realmente afeta a vida útil do aparelho em regiões litorâneas e quais cuidados essenciais garantem sua longevidade, mesmo de frente para o mar.",
"content_html": "<p>Moradores de regiões litorâneas frequentemente ouvem que o ar-condicionado não resiste à maresia, tendo uma vida útil drasticamente reduzida. Essa crença popular possui um fundo de verdade, mas também carrega muitos exageros. O clima costeiro, de fato, apresenta desafios únicos para eletrônicos, e o ar-condicionado é um dos mais sensíveis. A questão é: isso o condena a durar menos ou é possível prolongar sua vida útil com os cuidados certos? A seguir, separamos o que é mito e o que é real.</p><h3>Maresia: A vilã que não condena</h3><p>É uma verdade inegável que a maresia transporta micropartículas de sal, que são altamente corrosivas para metais. Isso significa que a unidade externa do ar-condicionado, conhecida como condensadora, realmente sofre um desgaste acelerado em cidades costeiras. O sal no ar intensifica a oxidação de componentes metálicos, especialmente se o aparelho não possui tratamento anticorrosivo adequado.</p><p>No entanto, é um MITO que todo ar-condicionado terá uma vida útil curta na praia. Atualmente, o mercado oferece modelos especificamente projetados para regiões costeiras, com proteções adicionais contra ferrugem. Marcas renomadas como LG, Samsung, Gree e Carrier investem em tecnologias anticorrosivas e serpentinas com revestimento especial. Com a manutenção periódica correta, a durabilidade desses equipamentos pode ser muito similar à de aparelhos instalados em cidades do interior.</p><h3>Limpeza e Proteção: O segredo da durabilidade externa</h3><p>Muitas pessoas se limitam a limpar apenas os filtros internos, mas no litoral, a limpeza da unidade externa é crucial. Remover a camada de sal e poeira acumulada com água doce, de tempos em tempos, pode estender significativamente a vida útil do equipamento. Ignorar esse cuidado permite que a maresia atue silenciosamente, e os danos, muitas vezes irreversíveis, só se tornam visíveis quando é tarde demais.</p><p>Outro erro comum é instalar a condensadora sem nenhuma proteção. Uma cobertura simples, que não bloqueie o fluxo de ar, já ajuda a mitigar o impacto da maresia. Existem também sprays anticorrosivos específicos para a área externa do aparelho, que criam uma barreira protetora adicional.</p><h3>A instalação faz toda a diferença</h3><p>A escolha de um profissional especializado para a instalação é ainda mais vital em áreas de praia. Uma instalação inadequada pode deixar parafusos expostos à corrosão, utilizar tubos inadequados ou acelerar a oxidação da tubulação de cobre. Além disso, a posição do aparelho é estratégica: evite colocá-lo diretamente contra paredes voltadas para o mar. Muitas vezes, basta girar a condensadora para o lado oposto ao vento predominante para diminuir consideravelmente a incidência de sal.</p><h3>Investimento inteligente: O barato sai caro na orla</h3><p>A tentação de optar pelo modelo mais barato é grande, mas em regiões litorâneas, essa pode ser uma decisão custosa a longo prazo. Aparelhos com proteção anticorrosiva, embora um pouco mais caros na compra, reduzem gastos futuros com manutenção e prolongam a vida útil. É fundamental também verificar na garantia do fabricante se "ambiente corrosivo" é uma condição que pode invalidar o suporte técnico em caso de falta de manutenção preventiva.</p><p>Em resumo, a maresia realmente eleva os riscos de danos ao ar-condicionado, mas não é uma sentença de morte. Com instalação adequada, limpeza externa regular e a escolha de modelos com revestimento anticorrosivo, é perfeitamente possível ter um ar-condicionado durável e eficiente, mesmo vivendo de frente para o mar. O problema não é a localização, mas sim a falta de cuidados específicos para essas condições.</p>"
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Da Bolinha Rosa ao Mundo 3D: Os 5 Melhores Jogos de Kirby que Marcaram Mais de 30 Anos de História da Nintendo

Da Bolinha Rosa ao Mundo 3D: Os 5 Melhores Jogos de Kirby que Marcaram Mais de 30 Anos de História da Nintendo

Diversão e cores sempre definiram o Kirby nos videogames. O mascote, criado em 1992 pela Nintendo e Masahiro Sakurai, cresceu muito em seus mais de 30 anos de história, acumulando inúmeros jogos de sucesso. Assim como sua própria habilidade, ele devorou a concorrência e abriu caminho por conta própria para ganhar a atenção e o coração dos fãs. Seja dentro dos side-scrollers 2D tradicionais ou até em títulos de corrida, Kirby sempre se destacou.

Para celebrar a sua trajetória, apresentamos os 5 melhores jogos de Kirby já lançados. Será que você jogou todos eles?

Inovações no Nintendo DS: Canvas Curse e Mass Attack

Lançado no Nintendo DS, Kirby: Canvas Curse (2005) fez um uso extremamente criativo do portátil e suas funcionalidades. Nele, os jogadores não controlam diretamente o mascote, mas sim criam trajetos através da tela touchscreen para que ele possa rolar até seu destino. O público também paralisa inimigos com o uso da caneta stylus, de forma estratégica para não acabar com sua “tinta” — o que permite a Kirby seguir seu caminho. O título apresentou um ótimo conceito para a franquia e mostrou que cabiam inovações no formato.

Também para o NDS, Kirby Mass Attack (2011) trouxe ainda mais novidades. Através da tela de toque, os jogadores podem comandar um esquadrão de até 10 cópias do Kirby, que interagem com o cenário, atacam inimigos e avançam conforme os comandos. Com diversos quebra-cabeças, chefões marcantes e uma mecânica descrita como “genial” para a sua época, o game se tornou um clássico instantâneo. Embora muitos o vejam como um título de plataforma, a HAL Laboratory o criou como um jogo de estratégia.

A Celebração da História: Kirby’s Dream Collection

Para celebrar os 20 anos de Kirby, a Nintendo lançou Kirby’s Dream Collection (2012) para o Nintendo Wii — uma coletânea com os maiores clássicos do personagem. Se você busca experiências memoráveis como Dream Land (o 1º jogo do mascote), Kirby’s Adventure e até Kirby 64: The Crystal Shards, essa é a escolha ideal. Além do seu valor histórico, a experiência acrescentou 13 fases inéditas, um museu com artes e vídeos dos títulos antigos, e episódios do anime Kirby: Right Back to Ya!. No pacote, o fã levava para casa um livro ilustrado com artes e curiosidades e um CD com a trilha sonora.

A Reimaginação Visual: Kirby’s Epic Yarn

Ainda no Wii, a Big N lançou Kirby’s Epic Yarn (2011) com uma nova roupagem para seu mascote. Aqui, ele não era visto da mesma forma de sempre, mas como um personagem feito de lã e tecido — assim como o Yoshi foi visto em alguns de seus games solo. A Nintendo soube muito bem equilibrar o visual calmo e relaxante com os desafios clássicos do personagem, o que se mostrou um acerto e tanto para os jogadores. Ainda que não reinventasse a roda, o jogo de plataforma conquistou muita gente e tornou o herói ainda mais popular entre os gamers.

A Aventura Épica em 3D: Kirby and the Forgotten Land

Com uma aventura épica, Kirby and the Forgotten Land (2022) surpreendeu muitos com uma experiência completamente tridimensional e uma narrativa cheia de nuances. Ao lado de um novo amigo, ele tem de desvendar mistérios em uma terra distante e cheia de inimigos. O balanceamento entre os trechos básicos e os desafiantes quebra-cabeças extras é perfeito, o que permite que qualquer pessoa — de vários níveis de habilidade diferentes — possa se divertir da mesma forma. Ele foi lançado no Nintendo Switch e ganhou uma versão para Switch 2, que contou com uma expansão adicional.

Entre os títulos da linha principal e spin-offs (como Kirby Fighters, Dream Buffet e Kirby Air Riders), o importante é que todos se divirtam e tenham a chance de acompanhar as aventuras do icônico personagem da Nintendo. Entre os 5 melhores títulos vistos da franquia, destacam-se: Kirby and the Forgotten Land, Kirby’s Epic Yarn, Kirby’s Dream Collection, Kirby Mass Attack e Kirby: Canvas Curse.

Venda Fácil nas Redes Sociais: Descubra Como o Link de Pagamento Simplifica Suas Transações e Seus Lucros Sem Precisar de CNPJ

Venda Fácil nas Redes Sociais: Descubra Como o Link de Pagamento Simplifica Suas Transações e Seus Lucros Sem Precisar de CNPJ

Venda Fácil nas Redes Sociais: Descubra Como o Link de Pagamento Simplifica Suas Transações e Seus Lucros Sem Precisar de CNPJ

A ferramenta ideal para pequenos empreendedores e vendas pessoais que buscam segurança, agilidade e diversas opções de pagamento online.

Para quem busca transformar suas redes sociais em uma vitrine de vendas eficiente, o link de pagamento surge como uma solução prática e segura. Essa ferramenta dispensa a necessidade de um site complexo ou de maquininhas de cartão, tornando o processo de venda online acessível para todos, desde pequenos empreendedores até quem deseja desapegar de itens pessoais.

Como Funciona o Link de Pagamento?

Após o cliente decidir pela compra, você gera um link que ele pode acessar. Este link não só exibe as informações do produto ou serviço, mas também apresenta as modalidades de pagamento disponíveis e suas respectivas condições. Uma vez que o cliente finaliza a transação, você é notificado imediatamente por e-mail ou pelo aplicativo da sua instituição financeira, confirmando que a venda foi concluída com sucesso.

As Vantagens de Vender com Links

A principal vantagem do link de pagamento é a sua simplicidade. Ele elimina a barreira de ter que criar um e-commerce ou adquirir uma máquina de cartão, sendo perfeito para quem vende via Instagram, Facebook, WhatsApp e outras plataformas sociais. Além disso, as transações são processadas em ambientes seguros, com sistemas robustos de prevenção de fraudes. Os clientes ainda contam com flexibilidade para pagar, geralmente podendo escolher entre cartão de crédito, Pix e boleto bancário.

Atenção aos Pontos Negativos e Custos

Apesar das facilidades, é importante estar atento a algumas particularidades. Nem todas as instituições financeiras oferecem a opção de pagamento via cartão de débito através do link. Outro ponto a considerar são as tarifas, que em alguns casos podem não ser tão vantajosas quanto outros métodos de recebimento. Há situações, por exemplo, em que o Pix gerado via QR Code ou Cópia e Cola é gratuito e imediato, enquanto o Pix via link de pagamento pode ter custos.

Venda Sem Burocracia: Não Precisa de CNPJ

Uma excelente notícia para quem está começando ou para quem vende ocasionalmente: não é obrigatório ter um CNPJ para utilizar o link de pagamento. Muitas instituições financeiras disponibilizam essa ferramenta para pessoas físicas. Isso significa que você pode vender seu celular usado, computador, videogame ou qualquer outro item pessoal, oferecendo até mesmo parcelamento aos compradores, sem se limitar apenas ao Pix.

Hackers pagam até R$ 83 mil para funcionário trair a empresa e vazar dados

Hackers pagam até R$ 83 mil para funcionário trair a empresa e vazar dados

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"title": "Hackers pagam até R$ 83 mil para funcionários traírem empresas e vazarem dados: entenda a nova ameaça à cibersegurança",
"subtitle": "Estudo da Check Point Research revela como cibercriminosos exploram vulnerabilidades humanas, oferecendo recompensas financeiras em redes sociais e plataformas para acessar sistemas internos de bancos, telecom e gigantes da tecnologia.",
"content_html": "<h1>Hackers pagam até R$ 83 mil para funcionários traírem empresas e vazarem dados: entenda a nova ameaça à cibersegurança</h1><h2>Estudo da Check Point Research revela como cibercriminosos exploram vulnerabilidades humanas, oferecendo recompensas financeiras em redes sociais e plataformas para acessar sistemas internos de bancos, telecom e gigantes da tecnologia.</h2><p>Uma nova e preocupante tática de ciberataque está ganhando força, conforme revelado por especialistas da Check Point Research (CPR). Em vez de investir em complexas invasões por força bruta ou exploração de bugs, grupos de cibercriminosos estão optando por uma abordagem mais direta e insidiosa: pagar funcionários para que traiam suas empresas e deem acesso a sistemas internos e dados confidenciais.</p><p>Essa estratégia visa contornar as robustas defesas de segurança, tornando o acesso aos dados praticamente indetectável. Os alvos preferenciais incluem setores críticos como bancos, empresas de telecomunicações e gigantes da tecnologia.</p><h3>Recompensas milionárias por acesso interno</h3><p>O levantamento da CPR aponta que as recompensas oferecidas aos funcionários podem ser extremamente atrativas. Um único acesso privilegiado ou a liberação de arquivos específicos pode render entre US$ 3.000 (cerca de R$ 16.500) e US$ 15.000 (aproximadamente R$ 83 mil). No entanto, dados de maior valor podem custar ainda mais. Foi observado, por exemplo, um caso de 37 mil registros roubados sendo negociados na dark web por criptomoedas, totalizando US$ 25.000 (cerca de R$ 138 mil).</p><h3>Como os funcionários são cooptados</h3><p>Os cibercriminosos utilizam táticas emocionais sofisticadas para atrair os colaboradores. Anúncios, como um visto em julho, prometem que os trabalhadores podem “escapar do ciclo de trabalho interminável” ao ceder acesso aos sistemas da empresa em troca de recompensas financeiras substanciais. Algumas abordagens são diretas e factuais, enquanto outras apelam para a promessa de liberdade financeira e uma vida sem preocupações. A atividade de recrutamento não se limita a sites obscuros; ela se estende a plataformas populares como o Telegram, onde grupos de ransomware recrutam ativamente "ajudantes", com alguns grupos chegando a ter mais de 400 membros.</p><h3>Alvos de alto perfil em diversos setores</h3><p>Grandes empresas, especialmente aquelas no mercado de criptomoedas como Coinbase, Binance e Kraken, estão entre os principais alvos. Contudo, o escopo da ameaça é muito mais amplo. Companhias de renome como Gemini, da Google, Accenture, Genpact, Apple, Samsung e Xiaomi também tiveram funcionários abordados. Nesses casos, os pedidos variavam de acesso a bens físicos e infraestrutura a serviços de nuvem, evidenciando a diversidade dos interesses dos cibercriminosos.</p><h3>O perigo da vulnerabilidade humana</h3><p>A eficácia dessa tática reside na capacidade de contornar completamente as medidas de segurança cibernética. Um incidente de segurança interno na Crowdstrike em novembro deste ano ilustrou o perigo: um funcionário foi demitido após vazar informações a hackers do grupo Scattered Lapsus Hunters. Segundo os pesquisadores, o acesso via colaboradores internos anula a proteção dos dados, deixando-os totalmente expostos. Essa modalidade de ataque ressalta a importância de fortalecer não apenas as defesas tecnológicas, mas também a conscientização e a lealdade dos funcionários como uma linha crucial de defesa contra a crescente sofisticação dos cibercriminosos.</p>"
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Brasil Rumo à Mobilidade 100% Elétrica: Professor da FEI Detalha Projeções, Desafios de Infraestrutura e o Fim dos Híbridos

Brasil Rumo à Mobilidade 100% Elétrica: Professor da FEI Detalha Projeções, Desafios de Infraestrutura e o Fim dos Híbridos

O futuro da mobilidade no Brasil é inegavelmente elétrico, uma transição que, embora desafiadora, já está em curso. Essa é a visão enfática do professor e engenheiro elétrico da FEI, Renato Giacomini, que em entrevista ao Podcast Canaltech, traçou um panorama da eletrificação veicular no país, destacando projeções ambiciosas e os obstáculos a serem superados.

A Ascensão dos Elétricos e a Paridade de Custos

O mercado brasileiro de veículos eletrificados tem demonstrado um crescimento notável, impulsionado, em grande parte, pela chegada de montadoras chinesas. Essa nova oferta tem gerado um “degrau no consumo”, segundo Giacomini, indicando uma maior aceitação e demanda. O engenheiro da FEI projeta que, entre 2026 e 2027, o custo de um carro elétrico deve se igualar ao de um veículo a combustão interna, um marco crucial para a popularização.

Para Giacomini, os veículos híbridos são apenas uma etapa transitória. Ele os considera uma solução mais complexa, com mais componentes e, consequentemente, manutenção mais cara, não representando uma “solução limpa de engenharia” a longo prazo. A visão é clara: o futuro é “100% elétrico”, com os híbridos cedendo espaço para a eletrificação plena.

Baterias e a Infraestrutura de Recarga: Os Maiores Desafios

Apesar do otimismo, a eletrificação da frota depende diretamente do avanço tecnológico e da expansão da infraestrutura de recarga. A principal barreira atual reside na bateria, que representa cerca de 40% do custo total do carro. Além de ser cara, a bateria ainda possui uma densidade de energia inferior à de um tanque de gasolina, demandando constante inovação não só nos motores, mas em toda a eletrônica e computação embarcada.

Quanto à infraestrutura, o professor aponta para uma necessária mudança cultural na forma de recarregar. O ideal é que o motorista carregue o veículo em casa, de forma similar ao celular. Enquanto para residências a instalação é simples, em apartamentos e condomínios, a implantação de wallboxes pode ser mais complexa, exigindo, por vezes, adaptações na rede elétrica e negociações com as concessionárias.

Impacto na Indústria e a Necessidade de Adaptação

A transição para veículos elétricos é vista como um processo gradual, mas com impactos profundos na indústria automotiva nacional. Haverá uma transformação significativa na mão de obra e na formação profissional. Engenheiros, por exemplo, não poderão se limitar ao conhecimento de motores a combustão interna, necessitando de uma formação mais abrangente em eletrônica e sistemas elétricos. A concorrência trazida pelas novas fabricantes chinesas é percebida como um fator positivo, estimulando a inovação e a adaptação do mercado.

Para explorar em profundidade como o Brasil pode se consolidar como um país de carros elétricos, é recomendado ouvir o episódio completo do Podcast Canaltech, que detalha os passos e as expectativas para essa revolução na mobilidade.

Brasil acusa EUA de violar Carta da ONU com mobilização militar e bloqueio naval perto da Venezuela

Brasil acusa EUA de violar Carta da ONU com mobilização militar e bloqueio naval perto da Venezuela

Brasil critica ações militares dos EUA no Caribe

O Brasil manifestou forte oposição à recente mobilização militar dos Estados Unidos no Caribe e ao bloqueio de petroleiros venezuelanos. Em pronunciamento no Conselho de Segurança da ONU, o embaixador brasileiro Sérgio Danese declarou que tais ações violam a Carta das Nações Unidas e devem cessar imediatamente.

Defesa da Carta da ONU e do multilateralismo

Danese ressaltou o compromisso histórico do Brasil com os princípios da ONU, o multilateralismo e a busca por soluções pacíficas para conflitos internacionais. Segundo o diplomata, o uso da força militar pela potência americana agrava tensões na região, dificultando o diálogo e a estabilidade.

Apelo por diálogo e região de paz

O representante brasileiro enfatizou o desejo de que a América Latina e o Caribe permaneçam como zonas de paz, livres de intervenções armadas estrangeiras. Danese fez um apelo direto para que Estados Unidos e Venezuela iniciem um diálogo genuíno, conduzido de boa-fé e sem coerção. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se colocou à disposição para colaborar, caso haja consentimento mútuo.

Posição dos Estados Unidos e tensões na região

Em contrapartida, o representante dos EUA, Mike Waltz, defendeu as ações, alegando que o petróleo venezuelano estaria sendo utilizado para sustentar atividades ligadas ao narcotráfico. Waltz afirmou que os EUA farão o possível para proteger o hemisfério e o povo americano. Recentemente, o governo americano anunciou um bloqueio total de navios petroleiros sancionados que se aproximam ou partem da Venezuela, além de ter apreendido petroleiros em águas internacionais próximas à costa venezuelana.

Pile de Shame dos Gamers: 6 Dicas Essenciais para Organizar seu Backlog de Jogos no Fim de Ano e Aproveitar Melhor a Diversão

Pile de Shame dos Gamers: 6 Dicas Essenciais para Organizar seu Backlog de Jogos no Fim de Ano e Aproveitar Melhor a Diversão

Lembra daquela promoção imperdível do Steam, onde você comprou uma dezena de jogos e nem instalou? Ou o cupom da Black Friday que garantiu títulos para seu PlayStation, Xbox ou Nintendo Switch que permanecem intocados? Pois é, o temido ‘backlog’ — ou ‘pile of shame’, como muitos gamers chamam — manda lembranças. Este é o calcanhar de Aquiles de muitos entusiastas: comprar mais do que se consegue jogar. Uma prática comum que, apesar de gerar certa ‘vergonha’, pode ser organizada de forma mais simples do que você imagina. Com o fim de ano batendo à porta, este é o momento ideal para encarar essa montanha de pendências digitais.

Pensando nisso, o Canaltech reuniu 6 dicas práticas para você olhar com carinho para seu acúmulo de jogos e dar um jeito nessa sua ‘pile of shame’ pessoal. É hora de limpar a casa digital e começar o ano novo com a sensação de dever cumprido (e muita diversão!).

1. Siga sua intuição gamer: jogue o que realmente te diverte

A estratégia mais antiga e eficaz é simplesmente seguir seu coração. Olhe para todos os jogos na sua lista e pergunte-se: se você não tivesse nenhum deles, qual compraria primeiro agora? Geralmente, essa é a aventura que você mais deseja iniciar. Lembre-se, jogos são entretenimento, e você precisa se divertir. Nenhum título deve soar como uma obrigação, independentemente do preço. Não se force a jogar algo que não quer. Além disso, sejamos francos: há vários games no seu backlog que você provavelmente nunca vai tocar. Tudo bem deixá-los de lado para focar no que realmente te atrai.

2. Peça ajuda: a sabedoria da comunidade gamer

Com tantos jogos e tão pouco tempo, o backlog cresce. Quando a indecisão bater, que tal recorrer aos seus amigos ou à comunidade gamer? Converse com pessoas do seu convívio que jogam e peça sugestões. Eles podem te ajudar a escolher algo bacana, que realmente valha a pena. Se tiver receio de pedir diretamente, uma enquete rápida nas redes sociais (como Instagram ou X) pode ser uma ótima ferramenta. Acredite, isso é muito melhor do que ver sua lista aumentar sem tomar uma decisão. Comunidades ativas podem oferecer insights valiosos sobre se uma experiência valerá o seu tempo.

3. De olho nos troféus: use as premiações a seu favor

Está com aquele jogo premiado parado na sua biblioteca? Grandes premiações como The Game Awards, BAFTA e Golden Joystick Awards podem ser um excelente termômetro. Títulos que receberam troféus ou foram indicados em diversas categorias geralmente merecem, no mínimo, um pouco da sua atenção. E não se limite apenas aos prêmios do ano atual; pense em clássicos atemporais como The Witcher III: Wild Hunt ou The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que continuam valendo a pena anos após o lançamento. Pode ser que uma experiência incrível esteja esperando por você ali.

4. Desacumule rápido: aposte em jogos de curta duração

Se as dicas anteriores não resolveram, uma tática poderosa é focar em jogos que podem ser finalizados rapidamente. Plataformas como ‘How Long to Beat’ são suas melhores amigas aqui, mostrando o tempo médio para completar uma aventura. De que adianta começar um Persona ou Xenoblade, que exigem mais de 100 horas, se nesse mesmo período você poderia zerar outros 10 jogos (ou mais) que são curtos? Essa abordagem é excelente para quem quer reduzir o número de títulos pendentes e ter a sensação de progresso.

5. Arrumando a casa: organize sua biblioteca digital

Muitas plataformas de jogos permitem organizar sua biblioteca em pastas ou categorias. Use isso a seu favor! Crie divisões para os jogos que deseja priorizar, os que geram curiosidade para jogar por algumas horas, ou aqueles que precisam ser finalizados antes de novos lançamentos. Embora isso possa consumir um tempo inicial, especialmente se você tem centenas de títulos, é crucial para ter uma visão clara. Você pode organizar por gênero (RPG, beat ‘em up, luta), por prioridade ou até mesmo por aqueles que estão ‘mofando’. Uma biblioteca organizada facilita a escolha e evita que você desista antes de começar.

6. Crie o hábito: a constância é sua maior aliada

Jogos são diversão, mas, como qualquer conteúdo que você deseja consumir, exigem constância. Crie o hábito de dedicar um tempo específico para jogar. Largue o smartphone, as preocupações do dia a dia e outras distrações. Claro, o fim de ano traz confraternizações e encontros familiares que demandam atenção. Relacionamentos e amizades são prioridade. Mas, se sobram algumas horas no seu dia ou entre as festividades, em vez de rolar infinitamente o feed das redes sociais, por que não avançar em uma fase ou enfrentar aquele chefão? Pode ser uma opção mais divertida e eficaz para seu backlog.

A ‘pile of shame’ é quase um mal crônico para muitos gamers; poucos têm o autocontrole de comprar apenas o que realmente vão jogar. O importante é aceitar essa condição e encontrar maneiras de reduzir o número de títulos parados. Com as dicas apresentadas – priorizar o que te diverte, pedir conselhos, usar premiações como guia, focar em jogos curtos, organizar sua biblioteca e, acima de tudo, praticar a constância –, você estará no caminho certo para desfrutar plenamente de suas aventuras digitais neste fim de ano.

O que levou Fabinho Soldado a deixar o Corinthians? Entenda os bastidores da saída do diretor de futebol

O que levou Fabinho Soldado a deixar o Corinthians? Entenda os bastidores da saída do diretor de futebol

O Sport Club Corinthians Paulista confirmou a saída de Fabinho Soldado do cargo de diretor de futebol. A decisão encerra a passagem do dirigente pelo Timão em um cenário de intensa pressão e desafios.

Apesar de contar com o apoio do elenco e do técnico Dorival Júnior, Fabinho Soldado enfrentou um período de constante pressão ao longo de sua gestão. As principais razões para o desligamento foram as complexas questões políticas e a delicada situação financeira que o clube atravessou. A dificuldade em conciliar os custos de contratação de novos jogadores com a gestão global do futebol e as finanças do Corinthians foi um fator determinante para a sua saída.

Adeus Maquininha: 5 Aplicativos Inovadores Transformam seu Celular (Android e iPhone) em Terminal de Pagamento por Aproximação

Adeus Maquininha: 5 Aplicativos Inovadores Transformam seu Celular (Android e iPhone) em Terminal de Pagamento por Aproximação

A tecnologia avança e traz soluções cada vez mais práticas para o dia a dia, especialmente no mundo dos negócios. Uma das inovações que tem ganhado destaque é a capacidade de transformar seu próprio celular em uma maquininha de cartão, permitindo receber pagamentos por aproximação de forma simples e eficiente. Essa funcionalidade, conhecida como ‘Tap to Pay’, utiliza o NFC (Near Field Communication) do smartphone para ler dados de cartões e processar transações sem a necessidade de equipamentos adicionais.

Seja você um microempreendedor, um profissional autônomo ou apenas alguém que busca mais agilidade nas vendas, existem diversas opções de aplicativos de fintechs que oferecem essa conveniência. Disponíveis tanto para Android quanto para iOS, essas ferramentas prometem simplificar a gestão de pagamentos, com depósitos geralmente instantâneos e diferentes condições de taxas e parcelamento.

Como o Celular se Transforma em Maquininha de Cartão?

O conceito por trás do ‘Tap to Pay’ é bastante direto: seu celular, com a tecnologia NFC ativada, atua como um leitor de cartões. Ao invés de inserir o cartão em uma maquininha física ou passar a tarja, o cliente simplesmente aproxima o cartão de débito, crédito ou até mesmo outro dispositivo com carteira digital (como outro celular ou relógio) do seu smartphone. A comunicação NFC faz a leitura das informações e o aplicativo processa a transação, enviando o valor diretamente para sua conta.

É importante ressaltar que essa modalidade de pagamento funciona exclusivamente por aproximação, não havendo opção para uso de chip ou tarja magnética. A localização exata do sensor NFC no seu aparelho pode variar, sendo recomendável consultar o manual do fabricante caso tenha dúvidas.

5 Aplicativos Essenciais para Receber Pagamentos pelo Celular

Confira as principais opções de aplicativos que transformam seu smartphone em uma maquininha de pagamento:

  1. Nubank: O ‘Tap to Pay’ do Nubank é ideal para quem possui uma conta empresarial. Ele permite receber pagamentos por aproximação usando o NFC do celular, aceitando cartões de débito e crédito (à vista ou parcelado em até 12 vezes) das bandeiras Visa e Mastercard. As transações são recebidas na hora, com a aplicação de tarifas. O serviço está disponível para celulares Android 8.0 ou superior e iPhones com iOS 16.4 ou mais recente, desde que o NFC esteja ativo e o modo desenvolvedor desativado.
  2. Mercado Pago: Com o ‘Point Tap’, o Mercado Pago oferece uma alternativa para transformar o celular em maquininha, aceitando pagamentos por aproximação de cartões de débito e crédito. A ferramenta é um diferencial por ser acessível tanto para pessoas jurídicas quanto físicas, eliminando a necessidade de um CNPJ. As taxas são aplicadas por transação, e os valores são depositados instantaneamente. Compatível com Android 10+ (bandeiras Elo, Mastercard, Visa) e iPhones XS+ via Tap to Pay da Apple (apenas Mastercard e Visa).
  3. PagBank: O ‘Tap On’ do PagBank se destaca por oferecer vendas no débito e crédito à vista sem tarifas, aplicando taxas apenas para compras parceladas em até seis vezes. Assim como o Mercado Pago, o serviço está disponível para pessoas físicas e jurídicas. As transações são depositadas na hora e podem ser feitas com cartões American Express, Elo, Mastercard e Visa. Requer iPhone com iOS 17+ ou Android 11+.
  4. SumUp: O aplicativo da SumUp também oferece o recurso ‘Tap to Pay’ para Android e iOS, aceitando pagamentos com cartões de débito e crédito (à vista ou parcelado em até 12 vezes) das bandeiras Visa e Mastercard, com recebimento instantâneo. O serviço é oferecido para pessoas físicas e jurídicas, sem limite de transação. É necessário ter uma conta na plataforma e um dispositivo compatível (Android 11+ ou iOS 17+, com app na versão 2.103 ou superior).
  5. InfinitePay: O ‘InfiniteTap’ da InfinitePay permite transformar o celular em maquininha de cartão, com tarifas que podem ser reduzidas ao optar por um prazo de recebimento maior (até um dia útil) em vez do recebimento na hora. As taxas também diminuem conforme o faturamento mensal do vendedor. Aceita cobranças no débito e crédito (à vista ou parcelado em até 12 vezes) das bandeiras American Express, Elo, Mastercard e Visa. O recurso está disponível para celulares Android 10+ e iPhones XS+.

NFC: O Componente Chave para o Pagamento por Aproximação

Sim, a presença do NFC (Near Field Communication) é um requisito fundamental para utilizar seu celular como maquininha de pagamento por aproximação. É essa tecnologia que permite a comunicação e a leitura dos dados do cartão ou de outros dispositivos de pagamento. Para verificar se seu celular possui NFC, você pode procurar por ‘NFC’ nas configurações do sistema ou consultar o manual do aparelho. Muitos modelos de iPhone, Motorola, Samsung, Xiaomi e outras marcas Android já vêm equipados com essa funcionalidade.

Sem NFC? Conheça Alternativas para Suas Vendas

Caso seu celular não possua a tecnologia NFC, não é possível utilizar o ‘Tap to Pay’. No entanto, isso não significa que você está sem opções para realizar suas vendas sem uma maquininha física. As instituições financeiras oferecem alternativas práticas, como:

  • Link de Pagamento: Você pode gerar um link de pagamento através do aplicativo da sua fintech e compartilhá-lo com o cliente. Ele poderá acessar o link e digitar os dados do cartão em um ambiente seguro para finalizar a compra.
  • QR Code Pix: Gerar um QR Code para recebimento via Pix é outra excelente opção, permitindo que o cliente realize o pagamento de forma rápida e segura, diretamente do aplicativo do banco dele.

Transformar o celular em uma maquininha de pagamento é uma forma inteligente de otimizar suas vendas, reduzir custos e oferecer mais comodidade aos seus clientes. Com as diversas opções disponíveis no mercado, é fácil encontrar a solução que melhor se adapta às suas necessidades.

Diretor do Flamengo, Bap, Gera Polêmica ao Chamar Jornalista Renata Mendonça de 'Nariguda' e Anuncia Investimento Pesado em Contratações

Diretor do Flamengo, Bap, Gera Polêmica ao Chamar Jornalista Renata Mendonça de ‘Nariguda’ e Anuncia Investimento Pesado em Contratações

O diretor do Flamengo, Bap, causou grande repercussão e polêmica durante uma recente entrevista, não apenas por cutucar rivais e prometer altos investimentos em contratações, mas principalmente por um comentário ofensivo direcionado à jornalista Renata Mendonça, da TV Globo.

Ao abordar a disparidade de receitas e investimentos entre o futebol masculino e feminino, Bap atacou a profissional, referindo-se a ela de forma pejorativa como “nariguda”. Embora não tenha citado o nome diretamente, a fala ocorre logo após críticas de Mendonça à estrutura e aos recursos destinados pelo Flamengo à modalidade feminina. A declaração gerou forte reação, com a TV Globo emitindo uma nota oficial repudiando o ataque.

A emissora classificou a declaração como gratuita e misógina, reafirmando seu respeito às mulheres e à liberdade de crítica profissional, desde que não envolva ofensas pessoais. A postura do dirigente rubro-negro foi amplamente criticada nas redes sociais e por outros veículos de imprensa.

Paralelamente à controvérsia, Bap também reforçou o compromisso do Flamengo em investir pesado na aquisição de novos jogadores, sinalizando ambições de fortalecer o elenco para as próximas temporadas. Contudo, as promessas de reforços foram ofuscadas pela repercussão negativa de seus comentários sobre a jornalista.