Produção nacional ganha destaque internacional
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revelou em 18 de janeiro de 2025 sua aguardada lista anual de filmes favoritos. Dentre as produções selecionadas, o longa brasileiro “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, foi um dos grandes destaques. A inclusão do filme nacional em uma lista de prestígio internacional sublinha o reconhecimento crescente do cinema brasileiro no cenário global.
“O Agente Secreto”: um thriller envolvente
Ambientado no final da década de 1970, “O Agente Secreto” narra a história de Marcelo (interpretado por Wagner Moura), um professor universitário que busca refúgio no Recife após fugir de perseguições políticas em São Paulo. No entanto, ele logo descobre que seu novo lar também não está livre de perigos, ao ser confrontado por um antigo desafeto. O filme conta com um elenco de peso, incluindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone e Alice Carvalho, e consolida a parceria de sucesso de Kleber Mendonça Filho, cineasta aclamado por “Bacurau” e “Aquarius”.
Reconhecimento em premiações
O momento atual de “O Agente Secreto” é marcado por um forte desempenho crítico e potencial de premiações. O filme já recebeu três indicações ao Globo de Ouro, nas categorias de Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Ator em Drama para Wagner Moura. Além disso, foi pré-selecionado pelo Brasil para representar o país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2026, demonstrando sua relevância e qualidade artística.
Outros destaques na lista de Obama
A seleção de Barack Obama para 2025 incluiu outros títulos notáveis da produção cinematográfica mundial. Entre eles estão “Uma Batalha Após a Outra”, novo longa de Paul Thomas Anderson com Leonardo DiCaprio; o suspense “Pecadores” (Sinners), dirigido por Ryan Coogler e estrelado por Michael B. Jordan; e o drama “Hamnet”, de Chloë Zhao. Em sua publicação nas redes sociais, Obama reiterou o apreço pela tradição, incentivando o público a descobrir novas obras e a compartilhar suas próprias recomendações, mantendo o diálogo cultural iniciado durante seu mandato na Casa Branca.















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