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Kast e Milei projetam "fase inédita" de cooperação Chile Argentina em segurança e combate ao crime

Kast e Milei projetam “fase inédita” de cooperação Chile-Argentina em segurança e combate ao crime

Nova Era de Cooperação Bilateral Anunciada

O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, encontrou-se com o presidente da Argentina, Javier Milei, em Buenos Aires nesta terça-feira (16). Após a reunião, Kast declarou que os dois países estão prestes a iniciar uma “fase inédita de cooperação bilateral”. O foco principal dessa nova etapa será a segurança regional, o controle de fronteiras e o combate ao crime organizado transnacional.

Relação Elevada a um Novo Patamar

Kast afirmou que a relação entre Chile e Argentina alcançará um nível “como nunca antes se viu”. A declaração foi feita em frente à Casa Rosada, sede do governo argentino, logo após o encontro com Milei. Esta foi a primeira visita internacional de Kast desde sua eleição no último fim de semana.

Folha de Rota Conjunta a Partir de Março

Segundo a Presidência argentina, Milei parabenizou Kast por sua “gloriosa” vitória eleitoral. Os dois governos planejam iniciar, a partir de março, o desenvolvimento de uma folha de rota conjunta. Esta iniciativa visa fortalecer a segurança na região, aprimorar a cooperação nas áreas de fronteira e combater redes criminosas com atuação transnacional.

Argentina como Prioridade Estratégica

O governo de Javier Milei destacou que a escolha da Argentina como primeiro destino internacional do presidente eleito chileno “reflete a importância estratégica da relação bilateral”. A visita sinaliza uma nova fase de impulso político e coordenação para enfrentar desafios comuns, tanto no âmbito regional quanto global. Milei confirmou presença na cerimônia de posse de Kast, marcada para 11 de março no Chile, e expressou o desejo de aprofundar uma relação moderna e produtiva, voltada ao desenvolvimento econômico e à prosperidade de ambos os países.

Prefeito Renuncia Após Justiça Francesa Ordenar Casamento de Imigrante sob Expulsão

Prefeito Renuncia Após Justiça Francesa Ordenar Casamento de Imigrante sob Expulsão

Renúncia em Chessy

O prefeito de Chessy, cidade próxima a Paris, Olivier Bourjot, apresentou sua renúncia após uma decisão judicial que o obrigou a celebrar o casamento de um imigrante com ordem de expulsão da França (OQTF). A decisão, proferida pelo Tribunal Judicial de Meaux em 10 de dezembro, gerou um impasse administrativo e político na comuna.

Decisão Judicial e Recusa Municipal

Na França, a celebração de casamentos civis é atribuição dos prefeitos ou seus adjuntos, que atuam como oficiais do estado civil. A prefeitura de Bourjot havia se recusado a oficializar a união, alegando a situação migratória de um dos noivos, cuja nacionalidade não foi divulgada. Contudo, o juiz determinou que a cerimônia fosse realizada.

Manobra Política e Coerência

Em um comunicado oficial, Bourjot e seus adjuntos renunciaram às suas funções executivas, mas mantiveram seus cargos de vereadores. O objetivo declarado foi o de se colocar “na impossibilidade de celebrar o casamento”, uma vez que deixariam de exercer a função de oficial do estado civil. O prefeito justificou a atitude como uma forma de cumprir a ordem judicial sem contrariar seus princípios políticos.

Investigação do Ministério Público

O Ministério Público informou que não foram encontrados indícios de que o casamento seja por conveniência, ou seja, realizado unicamente para evitar a deportação do imigrante. A promotoria considerou a relação entre o casal legítima e destacou que a ordem de expulsão contra o imigrante estava suspensa. Apesar da renúncia, o MP alertou que a oposição reiterada ao cumprimento da decisão judicial pode levar a responsabilização penal, conforme previsto no Código Penal francês.

Trump amplia proibição de entrada nos EUA para mais sete países; 15 sofrem restrição parcial

Trump amplia proibição de entrada nos EUA para mais sete países; 15 sofrem restrição parcial

Expansão das Restrições de Viagem

O governo do presidente Donald Trump anunciou nesta terça-feira (16) a inclusão de sete novos países na lista de nações cujos cidadãos estão proibidos de entrar nos Estados Unidos. A medida, justificada pela Casa Branca como necessária para a segurança nacional, combate ao terrorismo e cumprimento das leis de imigração, eleva o número de países sob restrições totais.

Novos Países na Lista Negra

Os países adicionados à proibição total de entrada são: Burkina Faso, Laos, Mali, Níger, Serra Leoa, Sudão do Sul e Síria. Além disso, a administração Trump impôs restrições totais à entrada de pessoas com documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina.

Restrições Parciais e Histórico das Medidas

Em paralelo, 15 países tiveram a entrada de seus cidadãos sujeita a restrições parciais. São eles: Angola, Antígua e Barbuda, Benin, Costa do Marfim, Dominica, Gabão, Gâmbia, Malaui, Mauritânia, Nigéria, Senegal, Tanzânia, Tonga, Zâmbia e Zimbábue. Essa ampliação segue uma lógica de controle migratório que já havia impactado outros 12 países em junho, como Afeganistão, Irã e Somália, que enfrentam proibição total, e Burundi, Cuba e Venezuela, com restrições parciais.

Contexto e Justificativas Oficiais

A Casa Branca declarou que as novas restrições visam obter a cooperação de governos estrangeiros, especialmente na redução de permanência ilegal de seus cidadãos nos EUA, além de promover objetivos de política externa e segurança. As medidas surgem em um contexto de tensões na imigração, após um incidente em Washington no mês passado, onde um imigrante afegão baleou dois agentes da Guarda Nacional, resultando na morte de um deles. Na sequência, o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) suspendeu o processamento de pedidos de imigração de afegãos e anunciou a revisão de green cards de cidadãos de 19 países considerados de “preocupação” pelos EUA.

ONU Alerta: Milícias de Maduro Recrutam Adolescentes à Força na Venezuela

ONU Alerta: Milícias de Maduro Recrutam Adolescentes à Força na Venezuela

ONU Denuncia Recrutamento Forçado de Jovens

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, liderado por Volker Türk, emitiu um alerta contundente nesta terça-feira (16) sobre o recrutamento coercitivo de adolescentes para as Milícias Bolivarianas na Venezuela. Segundo as denúncias recebidas pelo órgão da ONU, essa prática, que também afeta idosos, configura uma grave violação das normas internacionais de direitos humanos sob o regime de Nicolás Maduro.

Mecanismo de Medo e Desconfiança

Além do alistamento forçado, a ONU apontou que o governo venezuelano tem incentivado ativamente a delação entre os cidadãos. Através de aplicativos patrocinados pela ditadura, familiares, vizinhos e colegas são encorajados a denunciar uns aos outros. Türk ressaltou que essa estratégia alimenta um clima de medo, desconfiança e autocensura na sociedade venezuelana, minando a liberdade e a segurança dos indivíduos.

Leis Obscuras Ampliam Poderes do Executivo

Volker Türk também expressou preocupação com a aprovação, pelo Parlamento controlado pelo chavismo, de novas leis que expandem os poderes do Executivo. Embora justificadas como medidas de combate a ameaças externas, o conteúdo dessas normas não foi divulgado publicamente, impedindo qualquer avaliação independente sobre sua conformidade com o direito internacional. Essa falta de transparência gera incertezas sobre o alcance e as intenções por trás dessas novas legislações.

Condições Precárias e Detenções Arbitrárias

O Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU reiterou a persistência de casos de detenções arbitrárias, o uso de leis antiterrorismo com definições vagas e desaparecimentos forçados na Venezuela. Türk destacou sua profunda preocupação com as condições de detenção dos opositores políticos, descritas como precárias, com escassez de alimentos, falta de medicamentos essenciais e severas restrições às visitas de familiares. Essas condições sublinham a grave crise humanitária e de direitos humanos que assola o país.

Parlamento Francês Suspende Reforma da Previdência de Macron, Congelando Idade de Aposentadoria em 62 Anos e Meio

Parlamento Francês Suspende Reforma da Previdência de Macron, Congelando Idade de Aposentadoria em 62 Anos e Meio

Vitória Política e Derrota Simbólica

O Parlamento da França aprovou o orçamento da seguridade social para 2026, em uma votação que também suspendeu a controversa reforma da Previdência implementada em 2023 pelo governo do presidente Emmanuel Macron. A Assembleia Nacional aprovou o texto com 247 votos a favor e 232 contra. Embora a reforma não seja revogada completamente, sua execução foi congelada, interrompendo o aumento gradual da idade mínima de aposentadoria, que permaneceria em 62 anos e nove meses até 2028, já sob um novo governo.

Concessão Estratégica para Aprovação Orçamentária

A suspensão da reforma foi incorporada ao orçamento como uma concessão política do primeiro-ministro Sébastien Lecornu ao Partido Socialista. O voto socialista era crucial para garantir a aprovação do orçamento, uma vez que o governo Macron detém minoria no Parlamento e enfrenta desafios para formar maiorias estáveis. A imprensa francesa avaliou a votação como um sucesso para Lecornu, que conseguiu aprovar um orçamento antes do prazo final de 31 de dezembro, mas também como uma derrota simbólica para Macron, que considerava a reforma da Previdência um ponto inegociável.

Relembrando os Protestos de 2023

A reforma da Previdência de 2023 gerou intensos protestos em toda a França. Sua aprovação ocorreu através do artigo 49.3 da Constituição, que permite ao Executivo sancionar leis sem a necessidade de votação parlamentar, um mecanismo que gerou forte contestação popular e política na época.

O Futuro da Previdência Francesa

A decisão de congelar a idade mínima de aposentadoria em 62 anos e nove meses, com a possibilidade de estagnação até 2028, coloca em xeque os planos originais da reforma de Macron. O cenário atual aponta para um debate sobre o futuro do sistema previdenciário francês, cujas definições podem ser moldadas pelo próximo presidente eleito em 2027.

Presidente eleito do Chile, Kast, anuncia apoio a eventual ofensiva dos EUA contra Maduro na Venezuela

Presidente eleito do Chile, Kast, anuncia apoio a eventual ofensiva dos EUA contra Maduro na Venezuela

Kast declara apoio a intervenção externa

O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, manifestou nesta terça-feira (16) o apoio de seu futuro governo a uma eventual ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos na Venezuela. Durante uma visita oficial à Argentina, onde se encontrou com o presidente Javier Milei, Kast afirmou que, embora o Chile não possua capacidade para liderar tal ação, qualquer iniciativa que vise a derrubada do regime de Nicolás Maduro contará com o respaldo chileno.

Regime venezuelano é classificado como ‘narcoditadura’

Ao ser questionado sobre a possibilidade de uma intervenção norte-americana, Kast declarou: “Não nos cabe resolver isso, mas quem o fizer contará com o nosso apoio”. Ele reiterou sua visão sobre o governo de Caracas, classificando-o como uma “narcoditadura” e alertando que a permanência de Maduro no poder representa uma ameaça de alcance internacional, com impactos significativos para a América Latina, a América do Sul e até países europeus.

Kast critica gestão de migrantes venezuelanos

O presidente eleito chileno também acusou o regime venezuelano de dificultar o retorno de seus cidadãos ao país. Segundo Kast, o governo de Maduro prefere que os venezuelanos permaneçam no exterior, enviando remessas financeiras que, na visão do líder chileno, ajudam a sustentar a ditadura. Kast projetou que essa prática mudará em breve, com a interrupção do fluxo de remessas enviadas por migrantes irregulares para a Venezuela.

Relações Chile-Argentina e cenário regional

A declaração de Kast ocorre em um contexto de aproximação entre os governos de Chile e Argentina, sob a liderança de Kast e Milei, respectivamente. Ambos os líderes compartilham uma agenda conservadora e têm demonstrado alinhamento em suas visões sobre a política regional. A posição de Kast sobre a Venezuela também se insere em um debate mais amplo sobre a ascensão de governos de direita na América do Sul e as expectativas para futuras eleições na região, como as do Brasil em 2026.

Quem assume a Venezuela se Maduro cair? Conheça os possíveis sucessores e os desafios de cada um

Quem assume a Venezuela se Maduro cair? Conheça os possíveis sucessores e os desafios de cada um

Quem assume a Venezuela se Maduro cair? Conheça os possíveis sucessores e os desafios de cada um

Enquanto a pressão internacional aumenta sobre o regime chavista, nomes como Delcy Rodríguez, Juan Guaidó, Edmundo González e María Corina Machado despontam como potenciais líderes em um cenário de transição. Entenda os perfis e as barreiras.

A crescente pressão dos Estados Unidos sobre o governo de Nicolás Maduro levanta a questão sobre quem poderia assumir o poder na Venezuela em caso de uma deposição do ditador. Embora nomes como o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e o número 2 do chavismo, Diosdado Cabello, sejam mencionados, a gestão americana dificilmente aceitaria ambos devido ao seu alinhamento com o regime e às acusações que pesam contra eles, incluindo recompensas por suas prisões.

Delcy Rodríguez: A vice de Maduro e suas nuances

A vice-presidente Delcy Rodríguez foi cogitada por Maduro para liderar um governo interino, um pedido que, segundo a Reuters, foi rejeitado pelos EUA. Apesar de algumas políticas econômicas pró-mercado serem atribuídas a ela, Delcy é vista como uma figura alinhada às posições mais radicais do chavismo. Suas declarações contundentes, como a descrição da cerimônia do Prêmio Nobel da Paz para María Corina Machado como um “velório”, e a atuação de seu irmão, Jorge Rodríguez, na linha de frente chavista, com iniciativas como a retirada da Venezuela do Tribunal Penal Internacional e a reivindicação da região do Essequibo, reforçam essa percepção.

Juan Guaidó: Do protagonismo à perda de relevância

Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino em 2019 e obteve reconhecimento internacional, viu sua importância política diminuir. Apesar do apoio inicial de diversos países, a ausência de resultados concretos na destituição do chavismo e a subsequente extinção da presidência interina pela Assembleia Nacional em 2022 o deixaram em segundo plano. A ascensão de Edmundo González e María Corina Machado na oposição também contribuiu para a redução de suas chances de suceder Maduro.

Edmundo González: O vencedor não reconhecido e o asilo político

Edmundo González foi declarado vencedor da eleição presidencial de 28 de julho de 2024, mas o Conselho Nacional Eleitoral (CNE), sob controle chavista, fraudou o resultado em favor de Maduro. Mesmo com atas de votação comprovando a vitória da oposição, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) ratificou o resultado ilegítimo. Após ter sua prisão decretada pela justiça venezuelana, González buscou asilo na Espanha. Países como Estados Unidos e Argentina exigem o respeito ao resultado eleitoral, e María Corina Machado tem defendido que González assuma a presidência, com ela como vice, em reconhecimento às urnas.

María Corina Machado: A líder inabilitada e a força da oposição

María Corina Machado, impedida de disputar a eleição presidencial por ineligibilidade imposta pelo regime chavista, tornou-se a principal apoiadora de Edmundo González. Sua luta pela democracia lhe rendeu o Prêmio Nobel da Paz. Apesar de defender a posse de González, Machado possui forte apoio dos Estados Unidos e não pode ser descartada como uma figura central em um eventual arranjo político, que poderia incluir novas eleições. Sua influência e reconhecimento internacional a posicionam como uma força política a ser considerada no futuro da Venezuela.

Trump Anuncia Bloqueio Total de Petroleiros Venezuelanos e Afirma que País Está "Completamente Cercado"

Trump Anuncia Bloqueio Total de Petroleiros Venezuelanos e Afirma que País Está “Completamente Cercado”

Trump Anuncia Bloqueio Total de Petroleiros Venezuelanos e Afirma que País Está “Completamente Cercado”

Medida visa pressionar regime de Maduro, acusado de financiar atividades ilícitas com petróleo extraído ilegalmente.

Maior Armada da América do Sul Cercaria Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta terça-feira (16) que a Venezuela está “completamente cercada” pela maior armada já reunida na história da América do Sul. Em paralelo, Trump anunciou um bloqueio total a todos os petroleiros sancionados que entram e saem do país sul-americano.

Sanções Fundamentadas em Acusações de Terrorismo e Tráfico

Em publicação na rede social Truth Social, Trump justificou a medida como uma forma de pressionar o regime de Nicolás Maduro. O presidente americano acusou o governo venezuelano de “roubar ativos dos Estados Unidos” e de financiar “terrorismo, narcotráfico, tráfico humano, sequestros e assassinatos” utilizando petróleo obtido de campos que Washington considera apropriados ilegalmente. Trump relembrou a designação do regime venezuelano como organização terrorista estrangeira, formalizada pela inclusão do Cartel de Los Soles — grupo que, segundo os EUA, é liderado por Maduro — nessa categoria. Essa classificação, segundo Trump, fundamenta o “bloqueio total e completo” aos navios que operam sob sanções.

Apreensão de Petroleiro Intensifica Pressão sobre Caracas

O anúncio surge em um contexto de escalada nas ações dos EUA contra o setor petrolífero venezuelano. Na semana anterior, militares americanos apreenderam um petroleiro transportando petróleo venezuelano, em uma operação conjunta da Guarda Costeira dos EUA com o apoio do Departamento de Justiça e do Departamento de Defesa. Trump confirmou publicamente a apreensão, descrevendo-a como o maior navio desse tipo já confiscado pelo país. A apreensão já gerou reações no mercado, com pelo menos quatro grandes petroleiros suspendendo operações em portos venezuelanos por receio de novas interceptações. Estima-se que mais de 11 milhões de barris de petróleo venezuelano estejam imobilizados em embarcações, aguardando instruções ou o cancelamento de contratos. Washington prepara uma lista de novos navios-alvo para interceptações nas próximas semanas, ampliando a pressão financeira sobre Caracas. Atualmente, apenas embarcações fretadas pela Chevron, com licença especial dos EUA, continuam operando com petróleo venezuelano.

Retorno de Imigrantes e Exigência de Devolução de Ativos

Na mesma publicação, Trump afirmou que imigrantes ilegais e criminosos “enviados pelo regime de Maduro” aos Estados Unidos durante o governo Biden “estão sendo devolvidos rapidamente à Venezuela”. O presidente declarou que os EUA “não permitirão que regimes hostis ou organizações criminosas ameacem o país ou se apropriem de ativos americanos”, exigindo a devolução imediata do que classificou como “petróleo, terras e outros bens”.

Trump Intensifica Pressão sobre Venezuela com Bloqueio Total e Busca Apoio Regional de Chile e Trinidad e Tobago

Trump Intensifica Pressão sobre Venezuela com Bloqueio Total e Busca Apoio Regional de Chile e Trinidad e Tobago

EUA Ampliam Sanções e Ameaçam Ações Militares Contra Venezuela

O Presidente Donald Trump anunciou um bloqueio total a petroleiros sancionados e declarou que a Venezuela está “cercada”. A Casa Branca afirmou que Trump continuará a “bombardear barcos” até a rendição do governo de Nicolás Maduro. Como consequência direta, diversas companhias petroleiras já cancelaram operações em portos venezuelanos, intensificando o isolamento econômico do país.

Apoio Regional e Tensão Crescente na América do Sul

As ações dos Estados Unidos ganharam apoio de governos regionais. O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, declarou que seu futuro governo apoiará uma eventual ofensiva dos EUA. Trinidad e Tobago também concordou em permitir o acesso de aviões militares americanos em seus aeroportos. Em meio a essa escalada, a ONU acusou Maduro de obrigar adolescentes a se alistarem em milícias, e o presidente venezuelano ameaçou o novo presidente chileno, que o classificou como “narcoditador”.

Articulação da Direita Sul-Americana e Agenda Libertária

Na Argentina, o presidente Javier Milei celebrou dois anos de governo com sua base fortalecida e avanços em reformas. Em um encontro com José Antonio Kast em Buenos Aires, os líderes projetaram uma cooperação reforçada entre Argentina e Chile. Milei discursou defendendo sua agenda libertária e mencionou um “despertar” da direita no continente sul-americano, sinalizando uma possível nova configuração política na região.

Outras Notícias Internacionais: EUA e Europa em Foco

No cenário internacional, o Presidente Trump expandiu a lista de países cujos cidadãos são proibidos de entrar nos Estados Unidos e moveu um processo contra a rede BBC, pedindo US$ 5 bilhões em indenização. Na Europa, o Parlamento da França suspendeu a tramitação da reforma da Previdência proposta por Macron. Em um caso local francês, um prefeito renunciou ao cargo após ser obrigado pela Justiça a celebrar o casamento de um imigrante que seria deportado.

Elon Musk Quebra Recorde Histórico: Primeira Pessoa a Alcançar R$ 3,2 Trilhões em Patrimônio Líquido

Elon Musk Quebra Recorde Histórico: Primeira Pessoa a Alcançar R$ 3,2 Trilhões em Patrimônio Líquido

Elon Musk Quebra Recorde Histórico: Primeira Pessoa a Alcançar R$ 3,2 Trilhões em Patrimônio Líquido

Fortuna do bilionário dispara após nova avaliação da SpaceX, superando marcas antes inimagináveis.

O empresário Elon Musk, conhecido por liderar empresas revolucionárias como Tesla e SpaceX, acaba de escrever um novo capítulo na história das finanças globais. Segundo a renomada revista Forbes, Musk se tornou a primeira pessoa no mundo a ultrapassar a impressionante marca de US$ 600 bilhões em patrimônio líquido, o que equivale a aproximadamente R$ 3,2 trilhões.

O Impulso da SpaceX e a Avaliação Recorde

O salto expressivo na fortuna de Musk é atribuído a uma recente oferta de recompra de ações da SpaceX. Essa operação avaliou a fabricante de foguetes em US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,24 trilhões), um valor significativamente superior aos US$ 400 bilhões registrados em agosto do ano passado. Como detentor de aproximadamente 42% da empresa, a participação de Musk viu seu valor pessoal saltar de US$ 168 bilhões (R$ 890,4 bilhões) para cerca de US$ 677 bilhões (R$ 3,588 trilhões).

Um Marco Inédito na História da Riqueza

Até este momento, nenhum indivíduo havia sequer se aproximado da marca de US$ 500 bilhões (R$ 2,65 trilhões). A Forbes destaca que o feito de Musk não é um evento isolado, mas sim a continuação de uma trajetória de conquistas financeiras notáveis nos últimos anos. Ele já havia se tornado a pessoa mais rica do mundo em 2021, com um patrimônio próximo a US$ 190 bilhões (R$ 1,007 trilhão). Em setembro do mesmo ano, Musk ultrapassou os US$ 200 bilhões (R$ 1,06 trilhão), ficando atrás apenas de Jeff Bezos, da Amazon, e Bernard Arnault, do grupo de luxo LVMH.

Superando Barreiras Financeiras em 2024

A ascensão de Musk continuou em 2024, com seu patrimônio alcançando US$ 400 bilhões (R$ 2,12 trilhões) e, posteriormente, US$ 500 bilhões (R$ 2,65 trilhões) em outubro. Atualmente, o único outro bilionário a ter se aproximado dessas marcas é Larry Ellison, da Oracle, que é o único outro indivíduo a ter atingido os patamares de US$ 300 bilhões e US$ 400 bilhões.

Perspectivas Futuras e o Potencial da SpaceX

A expectativa é que a fortuna de Elon Musk continue a crescer. Há projeções de que a SpaceX possa abrir capital em junho de 2026, o que potencialmente impulsionaria ainda mais o valor das ações da empresa e, consequentemente, o patrimônio de seu CEO. A capacidade de Musk de inovar e liderar em setores de alta tecnologia, como o espacial e o automotivo, reafirma sua posição como uma das figuras mais influentes e ricas do planeta.