Juara 77

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Highguard: como se formou o "time de Vingadores" por trás do novo Raid Shooter?

Highguard: como se formou o “time de Vingadores” por trás do novo Raid Shooter?

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"title": "Highguard: Como o 'time dos Vingadores' da Wildlight Entertainment, com ex-devs de Activision e Blizzard, se formou para revolucionar o Raid Shooter",
"subtitle": "O novo título multiplayer de 2026, Highguard, promete ser um dos grandes destaques do ano, impulsionado por uma equipe de veteranos da indústria com uma visão sem ego para o desenvolvimento de jogos.",
"content_html": "<h1>Highguard: O 'Time dos Sonhos' por Trás do Novo Raid Shooter</h1><p>Highguard, o aguardado título da Wildlight Entertainment, está se posicionando como uma das grandes promessas do universo multiplayer para 2026. Apresentado como um Raid Shooter inovador, o jogo busca popularizar o gênero de uma forma nunca vista em FPS, Hero Shooters ou jogos de extração. Mas o que realmente intriga os fãs e a indústria é a formação de sua equipe de desenvolvimento: um verdadeiro "time dos Vingadores", composto por veteranos de estúdios colossais como Activision, Blizzard, Respawn Entertainment e Riot Games.</p><h2>A Iniciativa Vingadores da Wildlight Entertainment</h2><p>A convite da Wildlight Entertainment, o Canaltech teve a oportunidade de conversar com os desenvolvedores de Highguard, que compartilharam os bastidores da criação dessa equipe de elite. Jason Torfin, chefe de produto e publicação da Wildlight Entertainment, revelou a visão por trás da montagem desse "time dos sonhos".</p><p>Segundo Torfin, o núcleo principal da equipe já havia trabalhado junto na Respawn por vários anos. A partir daí, a estratégia foi expandir essa base sólida com uma "Iniciativa Vingadores", buscando os "heróis mais poderosos da Terra" na indústria de games. "Conforme a empresa começa a crescer, você passa a pensar na sua 'Iniciativa Vingadores' — como os heróis mais poderosos da Terra — e tenta garantir que reforçamos continuamente aquilo em que já somos bons, mas também trazemos novas vozes que possam nos desafiar e nos levar a patamares ainda maiores”, explicou Torfin.</p><p>A busca por talentos não se limitou a especialistas em FPS. A Wildlight procurou profissionais de MOBA, jogos de luta e até mesmo pessoas sem experiência prévia em shooters, mas com grande talento em suas respectivas disciplinas. “E é aí que entram todas essas outras pessoas incríveis da Blizzard, Bungie, Riot, membros que vieram de jogos de luta e até pessoas que nem jogam shooters, mas são muito talentosas em suas disciplinas. Isso nos torna melhores”, reforçou o executivo.</p><h3>Filosofia Sem Ego: O Segredo da Inovação</h3><p>Mohammad Alavi, chefe de design de Highguard, detalhou a filosofia por trás da contratação e da cultura da equipe. Ele revelou que não buscava profissionais com as mesmas competências, mas sim colegas mais inteligentes que pudessem enriquecer o conhecimento coletivo. “É engraçado porque não procuramos profissionais como nós. Eu procurei por colegas que eram mais espertos do que nós”, afirmou Alavi.</p><p>Para Alavi, o objetivo era elevar a competência de toda a equipe através de um verdadeiro compartilhamento de conhecimento, onde todos aprenderiam e evoluiriam juntos. A condição principal? A ausência de ego. “Eu busco por pessoas super talentosas que podem me ensinar algo e tudo que eu exigia deles é que não tivesse ego, sabe? Boas ideias vêm de todos os lugares e o jogo precisa falar por si próprio, não pela voz mais alta”, concluiu o chefe de design.</p><h3>Highguard no Brasil: Preço e Conteúdo Futuro</h3><p>A Wildlight Entertainment também abordou a questão da precificação de Highguard no Brasil. Sendo uma desenvolvedora independente e de porte menor, a empresa está adotando uma abordagem cautelosa em relação à monetização. Inicialmente, o foco será na monetização em dólar americano para itens cosméticos, com valores entre US$ 9 e US$ 12, que devem chegar ao Brasil custando entre R$ 45 e R$ 60, dependendo da loja digital e das tarifas aplicadas.</p><p>Jason Torfin esclareceu que, à medida que a empresa crescer e se estabelecer, eles revisitarão a política de preços para aplicar valores regionais mais adequados. “Nós compreendemos que cada região tem diferentes necessidades e custos, mas somos pequenos”, pontuou o executivo.</p><p>Highguard será dividido em "Episódios" e promete diversas adições gratuitas, incluindo novos mapas, bases, modos, Guardiões (Wardens), armas, montarias e itens. A "primeira onda" de conteúdo já está programada para as próximas semanas, garantindo um fluxo constante de novidades para os jogadores.</p><h3>Disponibilidade</h3><p>Highguard já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC, convidando os jogadores a embarcarem nessa nova experiência que promete redefinir o gênero Raid Shooter.</p>"
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Threads Começa a Exibir Anúncios no Brasil: Entenda o Impacto da Monetização Antecipada da Meta para Usuários e Marcas

Threads Começa a Exibir Anúncios no Brasil: Entenda o Impacto da Monetização Antecipada da Meta para Usuários e Marcas

O Threads, a rede social da Meta que se posiciona como concorrente do X (antigo Twitter), iniciou oficialmente a exibição de anúncios no Brasil. A decisão da Meta surpreendeu, já que a empresa havia prometido monetizar a plataforma somente após atingir 1 bilhão de usuários. Atualmente, o Threads conta com cerca de 400 milhões de usuários, o que levanta questões cruciais sobre o futuro da rede e suas implicações para o mercado.

Monetização Antecipada e a Disputa com o X

A antecipação da monetização, discutida por especialistas como Fernando Kanarski, sinaliza uma estratégia agressiva da Meta. Diferente do X, que enfrenta desafios de imagem, o Threads é percebido por muitos como um ambiente mais seguro para marcas. Essa percepção, aliada ao robusto ecossistema de anúncios da Meta, pode atrair investimentos publicitários em busca de maior estabilidade e menor risco.

Anúncios na Prática: Atenção dos Anunciantes

A veiculação de anúncios no Threads se dará através do ecossistema já consolidado da Meta, permitindo que as marcas gerenciem campanhas de forma unificada com Instagram e Facebook. No entanto, é crucial que os anunciantes revisem suas configurações para evitar que campanhas automatizadas rodem no Threads sem o devido planejamento. A relevância dos anúncios será chave para a aceitação dos usuários.

O Impacto para Usuários e a Consolidação da Rede

Para os usuários, a chegada dos anúncios pode gerar uma experiência diferente. O desafio da Meta será equilibrar a publicidade com a usabilidade, garantindo que os anúncios sejam pouco intrusivos e relevantes. A forma como essa nova fase for gerenciada determinará se o Threads consolidará sua base de usuários ou se enfrentará um êxodo, moldando o cenário das redes sociais no Brasil e globalmente.

Deepfakes e IA exigem que tecnologia proteja os apostadores de bets

Deepfakes e IA exigem que tecnologia proteja os apostadores de bets

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"title": "Deepfakes e IA Ameaçam Apostadores de Bets: Tecnologia de Verificação É Crucial para Proteger Dinheiro em Meio ao Boom de Fraudes no Brasil",
"subtitle": "Relatório da Sumsub revela aumento alarmante de golpes sofisticados impulsionados por inteligência artificial, exigindo respostas tecnológicas robustas para garantir a segurança no mercado de apostas online.",
"content_html": "<p>O mercado de apostas esportivas, popularmente conhecido como "bets", continua em plena ascensão no Brasil, consolidando-se como um setor bilionário que atrai milhões de usuários. Um ano após a implementação de regulamentações governamentais para as plataformas de quota fixa, um desafio persistente ganha novas e preocupantes dimensões: as fraudes de identidade, agora amplificadas pelo uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) e deepfakes.</p><p>Com o setor de iGaming se tornando um alvo lucrativo para cibercriminosos, o roubo de contas de apostadores legítimos e a lavagem de dinheiro representam sérias ameaças, contrariando os esforços regulatórios do governo para combater operações ilegais. No entanto, a complexidade dos golpes evoluiu, e uma tendência alarmante se destaca: a manipulação de deepfakes para contornar sistemas de segurança das operadoras de apostas.</p><h3>A Ascensão da Fraude Impulsionada por IA</h3><p>Kris Galloway, head de iGaming da Sumsub, empresa especializada em verificação de identidade, alerta para uma tática comum utilizada por criminosos: a criação de publicidades falsas que usam deepfakes de celebridades. Essas campanhas enganosas buscam atrair a confiança dos usuários, prometendo jogos de cassino criados por figuras públicas como MrBeast ou patrocinados por grandes marcas.</p><p>Galloway explica que esses anúncios fraudulentos levam as vítimas a instalar softwares que, à primeira vista, parecem aplicativos de apostas legítimos em lojas oficiais como App Store e Google Play Store. Na realidade, são golpes disfarçados de jogos, nos quais os apostadores são induzidos a perder dinheiro progressivamente, acreditando estar participando de algo autêntico. "Obviamente são deepfakes, mas eles [criminosos] usam isso como uma forma de convencer a pessoa a fazer o download de um aplicativo", detalha Galloway.</p><p>A dimensão do problema é revelada no relatório "State of Identity Verification in the iGaming Industry 2025" da Sumsub, que aponta um aumento de 126% no uso de deepfakes em golpes no Brasil no ano de 2025. Embora o volume geral de ataques tenha diminuído globalmente para 2,2% no ano passado, os casos envolvendo golpes sofisticados com IA generativa e deepfakes dispararam 180% em todo o mundo em relação ao ano anterior.</p><h3>A Corrida Contra o Tempo da Cibersegurança</h3><p>Para o mercado de apostas, esse cenário significa uma frequência maior de ocorrências fraudulentas, incluindo manipulações de telemetria para burlar sistemas de verificação e roubos de identidade facilitados pela tecnologia. Kris Galloway expressa preocupação com a crescente apropriação da inteligência artificial pela criminalidade virtual. Uma pesquisa da Sumsub de 2025 mostrou que 78% das operadoras de apostas já detectaram casos de fraude impulsionados por IA, sendo a América Latina responsável por 39% das ocorrências de deepfakes.</p><p>Grande parte desse aumento não se deve apenas à popularidade das bets, mas também à facilidade com que criminosos digitais conseguem alterar documentos, forjar identidades e falsificar outros arquivos usando ferramentas de IA generativas. "Uma coisa que era difícil de ser feita em termos de fraude, agora qualquer pessoa pode fazer com o ChatGPT", afirma Galloway. Essa democratização da fraude exige uma resposta igualmente tecnológica e ágil das empresas de segurança.</p><h3>Biometria e o Combate à Lavagem de Dinheiro</h3><p>Em meio a esses tempos desafiadores para a segurança digital, a biometria se destaca como uma das medidas mais eficazes no combate a fraudes sofisticadas, especialmente contra deepfakes e IA. No universo das apostas, a verificação biométrica garante a integridade dos apostadores legítimos, ao mesmo tempo em que frustra tentativas de roubo de identidade e impede a criação de múltiplas contas para obter vantagens injustas ou para a lavagem de dinheiro.</p><p>As contas "laranjas" representam uma preocupação particular, caminhando lado a lado com as fraudes de identidade. Uma análise de 2024 da Sumsub revelou que a lavagem de dinheiro é um dos principais problemas enfrentados por operadoras legais, respondendo por 64,8% das ocorrências. Galloway explica que é possível identificar padrões suspeitos na forma como um jogador aposta. "Se suspeitamos que uma pessoa tem várias contas em nomes diferentes e ela faz um depósito de R$ 100 mil, joga por uns dias, faz apostas e tenta sacar R$ 95 mil, podemos analisar como o dinheiro foi movimentado e quais foram as apostas feitas", exemplifica.</p><p>A análise de apostas com odds (chances) extremamente favoráveis ou super seguras, como apostar na vitória de um time muito forte contra um fraco, pode indicar uma possível lavagem de dinheiro. Galloway ressalta que, embora se pense em valores milionários, "nem sempre há milhões envolvidos" e que ocorrências com valores mais baixos podem ser usadas para despistar o monitoramento.</p><h3>Tecnologia a Serviço da Proteção</h3><p>Para operadoras ilegais de bets, a realidade é distinta, já que não há um acompanhamento regularizado, tornando o combate a essas fraudes muito mais difícil. "Elas não recebem multas porque não sabemos onde estão, não sabemos o que elas realmente estão fazendo", comenta Galloway, destacando a importância da legislação para as bets legalizadas.</p><p>É nesse contexto que a biometria, após um período de transição, emerge como um ponto crucial na linha de frente contra fraudes em bets, especialmente as focadas em deepfakes e IAs. A lei brasileira, inclusive, obriga as operadoras a identificarem os jogadores por reconhecimento facial no momento do cadastro (onboarding), com multas que podem chegar a R$ 2 bilhões para empresas que não cumprirem a regulamentação.</p><p>Contudo, o caminho é longo. Com o crescimento das fraudes impulsionadas por ferramentas de inteligência artificial, uma tendência que deve se intensificar em 2026, surge a necessidade de investir em medidas de segurança ainda mais robustas, que vão além da biometria convencional. Já existem casos de deepfakes capazes de contornar essa tecnologia, e no setor de apostas, uma fraude desse tipo pode causar prejuízos gigantescos tanto para as operadoras quanto, principalmente, para os jogadores.</p><p>A solução reside na própria tecnologia. Se as IAs podem ser usadas por criminosos para automatizar fraudes de identidade, essas mesmas ferramentas podem ser empregadas para combatê-las. "Com a inteligência artificial é mais fácil de identificar em uma escala maior e com mais confiança", conclui Galloway, reforçando a importância de estar "sempre um passo à frente" dos criminosos na corrida tecnológica.</p>"
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Animal Crossing: New Horizons no Nintendo Switch 2: A Análise Completa da Edição 2026 que Renova o Clássico e o Console

Animal Crossing: New Horizons no Nintendo Switch 2: A Análise Completa da Edição 2026 que Renova o Clássico e o Console

Seis anos após se tornar um fenômeno global e um refúgio para milhões durante a pandemia de 2020, Animal Crossing: New Horizons está de volta, agora em uma edição aprimorada para o recém-lançado Nintendo Switch 2. Chegando em 2026, esta nova versão não apenas aposta na nostalgia, mas também no poder do novo hardware da Big N para atrair tanto veteranos quanto novatos, prometendo um “sopro de vida” que inaugura o ano com chave de ouro.

Embora as diferenças visuais e de performance entre a versão original e a do Switch 2 não sejam brutalmente contrastantes, os aprimoramentos são notáveis e farão você considerar seriamente transferir sua ilha antiga ou começar uma do zero. A experiência, que já era aclamada, agora atinge seu potencial máximo.

O que a Edição Switch 2 Traz de Novo?

A versão de Animal Crossing: New Horizons – Nintendo Switch 2 Edition foca em melhorias pontuais, mas significativas. O principal destaque é a qualidade visual, com uma resolução de imagem aprimorada e compatibilidade total com a tecnologia dos displays mais atuais. Isso garante que sua ilha paradisíaca nunca esteve tão vibrante e detalhada.

Inovações na jogabilidade incluem a possibilidade de usar o mouse do Joy-Con 2 (ou modelos compatíveis) para decorar sua ilha de forma mais intuitiva e ágil. Além disso, o microfone embutido do console pode ser ativado através do megafone no jogo, permitindo chamar outros residentes da ilha e realizar outras interações “curiosas”.

A experiência multiplayer, um dos pilares de Animal Crossing, foi drasticamente melhorada. Agora, é possível jogar com até 12 pessoas simultaneamente, um salto em relação aos 8 jogadores da versão anterior. As telas de carregamento, que antes podiam ser uma “tortura”, foram otimizadas, tornando a entrada e saída das ilhas dos amigos muito mais fluidas. A adição de suporte para CameraPlay e GameChat eleva ainda mais a interação social, como bem destacado pela comunidade: “Agora sem esperar uma eternidade para entrar e sair das ilhas dos seus amigos, a versão de Animal Crossing: New Horizons mostra como a experiência devia ser desde sempre.”

Para aqueles que já possuíam a versão original do jogo no primeiro Switch, o upgrade para a edição do Switch 2 é incrivelmente acessível, custando apenas R$ 30 na eShop brasileira.

O Abraço Aconchegante de Animal Crossing

Mesmo com as melhorias técnicas, o cerne de Animal Crossing: New Horizons permanece intacto e tão cativante quanto antes. Considerado um dos melhores “cozy games”, ele convida os jogadores a transformarem uma ilha deserta em seu próprio paraíso tropical. Caçar insetos, pescar, coletar recursos, criar itens e personalizar sua casa e toda a ilha são apenas algumas das atividades que garantem centenas de horas de diversão.

Ainda que a diversão seja amplificada com amigos, a experiência solo é igualmente acolhedora. Os carismáticos moradores da ilha, turistas e outras criaturas fazem de tudo para incluir o jogador em eventos e atividades, criando um senso de comunidade e pertencimento. A satisfação de ver um lugar deserto se transformar em uma ilha cheia de charme é um dos grandes triunfos do jogo.

Além de todo o conteúdo base, o jogo é compatível com a expansão Happy Home Paradise, um DLC pago que, no entanto, é acessível gratuitamente para assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão.

A Revolucionária Atualização 3.0.0

Paralelamente ao lançamento da edição para Switch 2, a Nintendo disponibilizou a aguardada Atualização 3.0.0 para Animal Crossing: New Horizons, que beneficia tanto a versão do Switch original quanto a nova. Esta atualização trouxe uma verdadeira avalanche de conteúdo extra, enriquecendo ainda mais a jogabilidade.

Entre as novidades, destaca-se o Resort Hotel, que permite decorar quartos temáticos para atrair mais turistas, liberando novos itens e até convidando personagens via Amiibo. As Slumber Islands oferecem um espaço online onde amigos podem criar ilhas do zero juntos, interagindo em um ambiente colaborativo sem afetar suas ilhas “reais”.

Outras adições notáveis incluem o Resetti’s Reset Service, para limpar rapidamente itens espalhados pela ilha, e um armazenamento expandido que oferece até 9.000 espaços livres. A presença de consoles clássicos como Nintendinho e Game Boy, com títulos jogáveis, é um deleite para os fãs. Além disso, a atualização introduziu diversas colaborações com franquias como LEGO, The Legend of Zelda e Splatoon, que se somam às já existentes de Super Mario Bros e Animal Crossing: Pocket Camp.

Vale a Pena Voltar à Ilha no Switch 2?

A versão de Animal Crossing: New Horizons para o Nintendo Switch 2 representa um dos upgrades mais generosos que o título e seus fãs poderiam desejar. Por um preço simbólico para quem já possui o jogo, ela entrega uma riqueza de interações e uma performance aprimorada que são imbatíveis. Embora grande parte do novo conteúdo e das adições recaia sobre a Atualização 3.0.0, a versão para Switch 2 potencializa a experiência, aproveitando ao máximo o novo hardware.

Animal Crossing: New Horizons era um excelente jogo em 2020. Com a nova edição em 2026 e a massiva atualização, ele é aprimorado para uma versão que certamente fará muitos se encantarem novamente com a vida na ilha. No fim, é tudo o que importa: a magia de criar seu próprio paraíso, agora mais bonita e conectada do que nunca.

Novo Filme de Silent Hill Amarga Notas Históricas no Rotten Tomatoes, Mas Surpreende na Bilheteria Mundial e Anima Fãs

Novo Filme de Silent Hill Amarga Notas Históricas no Rotten Tomatoes, Mas Surpreende na Bilheteria Mundial e Anima Fãs

A aguardada nova adaptação da clássica franquia de videogames “Silent Hill” chegou aos cinemas brasileiros com o título “Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno”, prometendo um retorno às raízes do terror psicológico. No entanto, o que deveria ser um alívio para os fãs se transformou em preocupação: o filme recebeu uma das piores avaliações entre adaptações de games, gerando um debate intenso sobre a qualidade da produção.

Críticas Devastadoras e Baixa Aprovação

O famoso agregador americano de críticas, Rotten Tomatoes, que serve como um termômetro para a indústria cinematográfica, revelou um cenário desanimador para o novo longa. A média de aprovação dos críticos especializados atingiu impressionantes 16%, colocando “Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno” entre as produções menos elogiadas da plataforma. Para piorar, a recepção do público também não foi positiva, com uma média de audiência de apenas 30%. Esses números contrastam fortemente com a expectativa gerada pelo retorno de Christophe Gans, o diretor responsável pelo aclamado filme de 2006.

Bilheteria Supera Expectativas Iniciais

Apesar do desempenho crítico desfavorável, a performance do filme nas bilheterias mundiais apresenta um cenário mais otimista. Com um orçamento de US$ 23 milhões, o longa já arrecadou US$ 19,3 milhões globalmente, aproximando-se rapidamente de cobrir seus custos de produção. Nos Estados Unidos, a arrecadação inicial foi de US$ 3,2 milhões, um valor inferior aos US$ 20 milhões alcançados pelo primeiro “Terror em Silent Hill” em seus primeiros dias. Contudo, o orçamento mais contido da nova produção sugere que o estúdio pode evitar grandes prejuízos.

Perspectivas Futuras e Lançamentos Internacionais

A esperança de um resultado financeiro positivo ainda reside nos próximos lançamentos. “Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno” ainda não estreou em diversos países europeus, o que pode impulsionar significativamente a arrecadação nas próximas semanas. A expectativa é que o filme não apenas ultrapasse seu orçamento, mas também gere lucros, abrindo caminho para futuras adaptações e mantendo viva a franquia nos cinemas, apesar da recepção mista.

Enredo e Retorno de Diretor

Dirigido por Christophe Gans, que também esteve à frente do filme de 2006, a trama acompanha James (interpretado por Jeremy Irvine), um homem que recebe uma enigmática carta de um amor perdido. A mensagem o leva de volta à cidade sombria de Silent Hill, onde ele é forçado a confrontar e reviver seus piores pesadelos. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros, convidando o público a formar sua própria opinião sobre essa polêmica adaptação.

ShinyHunters Assume Autoria de Ataques Hacker: Como Golpes de Vishing Exploram Logins Únicos da Microsoft e Okta para Roubar Dados de Empresas

ShinyHunters Assume Autoria de Ataques Hacker: Como Golpes de Vishing Exploram Logins Únicos da Microsoft e Okta para Roubar Dados de Empresas

A gangue de ransomware ShinyHunters, conhecida por suas ações cibernéticas, assumiu a responsabilidade por uma recente onda de ataques de vishing que exploram contas de Login Único (SSO) em plataformas como Microsoft Entra, Okta e, supostamente, Google. O objetivo é claro: acessar serviços de software como serviço (SaaS) para roubar dados sensíveis e extorquir empresas.

A Tática do Vishing e a Falsa Ajuda de TI

Os ataques são meticulosamente planejados e se baseiam na engenharia social. Cibercriminosos se passam por suporte de TI, ligando para funcionários e os induzindo a inserir suas credenciais e códigos de autenticação de dois fatores (2FA) em sites de phishing que mimetizam as páginas de login das empresas. Uma vez que as credenciais são roubadas, os hackers utilizam o acesso do SSO para penetrar profundamente na infraestrutura da companhia.

Explorando o Login Único (SSO)

Serviços de SSO, como Microsoft Entra (antigo Azure AD), Google e Okta, são amplamente adotados por empresas para simplificar o acesso a múltiplas aplicações de terceiros com um único login. Isso significa que, ao invadir uma conta SSO, os golpistas ganham acesso a uma vasta gama de serviços de nuvem, ferramentas internas e plataformas de negócios. A dashboard do SSO, que lista todos os serviços conectados, serve como um mapa para os invasores acessarem sistemas e dados corporativos vitais.

Entre os aplicativos comumente conectados via SSO estão Adobe, Atlassian, Dropbox, Google Workspace, Microsoft 365, Salesforce, SAP, Slack e Zendesk, tornando a exploração de um único login um portal para múltiplos sistemas críticos.

Alvos Comuns e a Sofisticação dos Kits de Phishing

Um relatório da Okta revelou que os kits de phishing empregados pelos hackers são extremamente adaptáveis, permitindo a mudança dinâmica do site imitado em tempo real. Essa capacidade de ajustar o conteúdo da tela de acordo com a conversa telefônica com a vítima facilita o roubo de códigos 2FA. Os criminosos podem até enviar notificações push e guiar o usuário passo a passo durante o processo de login fraudulento.

Reivindicações e Silêncio das Gigantes da Tecnologia

A gangue ShinyHunters afirma ter invadido sessões da Microsoft Entra e do Google, embora ambas as empresas tenham reagido com cautela. A Google declarou que nenhum de seus produtos apresentou indicações de ter sido afetado pela campanha, enquanto a Microsoft se recusou a comentar o caso. Os golpistas também alegam ter utilizado dados roubados em ataques anteriores, como o da Salesforce, para identificar e contatar funcionários para esta nova campanha. O grupo reativou seu site na rede Tor, onde listou vazamentos de dados de empresas como SoundCloud, Betterment e Crunchbase.

AMD RDNA 3.5: Por Que os Gráficos Integrados Permanecerão em Laptops Até 2029 e a Pressão da Intel Aumenta?

AMD RDNA 3.5: Por Que os Gráficos Integrados Permanecerão em Laptops Até 2029 e a Pressão da Intel Aumenta?

A AMD, conhecida por sua inovação em processadores e gráficos, parece estar se preparando para uma estratégia de longo prazo no segmento de gráficos integrados (iGPUs) para notebooks. De acordo com vazamentos de insiders como HXL e Kepler, a arquitetura RDNA 3.5, lançada em 2024, deve continuar presente nos produtos da empresa até o fim da década, especificamente até 2029.

Essa decisão surpreendente indica que o segmento de APUs para notebooks pode saltar a arquitetura RDNA 4, atualmente presente nas placas de vídeo dedicadas Radeon RX 9000, para focar em uma longevidade maior da arquitetura RDNA 3.5.

A Estratégia da AMD: RDNA 3.5 para a Massa, RDNA 5 para o Premium

Os rumores detalham que a arquitetura RDNA 3.5, que chegou ao mercado há quase três anos com os Ryzen mobile, oferecendo um notável salto de desempenho em jogos, será o pilar da AMD para notebooks de entrada e até mesmo para modelos de ponta que contam com GPUs dedicadas. Apenas os notebooks premium mais exclusivos seriam agraciados com a iGPU RDNA 5, cuja data de lançamento ainda é incerta.

Essa abordagem levanta questões sobre o futuro da linha RDNA 4 em iGPUs, visto que a arquitetura atual já demonstrou ganhos significativos em GPUs dedicadas, inclusive no desempenho de ray tracing, área historicamente dominada pela NVIDIA.

A Ameaça Azul: Intel Acelera com Xe3 e Nova Lake

Enquanto a AMD planeja a longevidade da RDNA 3.5, a concorrência não fica parada. A Intel acaba de lançar seus processadores mobile Panther Lake, equipados com gráficos integrados baseados na arquitetura Xe3 (iGPU Arc B390). As primeiras análises mundiais, divulgadas hoje, mostram que a Arc B390 superou a Radeon 890M, presente nos Ryzen AI 300 topo de linha da AMD, cumprindo a promessa da Intel.

Embora a Radeon 8060S, a maior implementação da RDNA 3.5 nos Ryzen AI Max, ainda mantenha a liderança, a Intel não deve parar por aí. Rumores já apontam para os futuros processadores Core Ultra 400 Nova Lake, que trarão gráficos Xe3P, prometendo um desempenho ainda maior e intensificando a disputa.

O Dilema do Time Vermelho: Como Manter a Coroa dos Gráficos Integrados

Com a Intel avançando agressivamente e ameaçando seu posto de anos como “rainha dos gráficos integrados”, a AMD terá que se posicionar com diferentes soluções. A manutenção da RDNA 3.5 até o final da década, embora possa indicar otimização e maturidade da arquitetura, também pode representar um desafio frente à rápida evolução da concorrência.

A AMD precisará encontrar um equilíbrio entre a estabilidade de sua arquitetura atual e a necessidade de inovação para não perder terreno em um dos mercados mais competitivos da tecnologia.

Resident Evil Requiem: Prévia Exclusiva Indica a Fórmula Perfeita de Terror e Ação para Celebrar 30 Anos da Franquia no PS5 e Xbox Series

Resident Evil Requiem: Prévia Exclusiva Indica a Fórmula Perfeita de Terror e Ação para Celebrar 30 Anos da Franquia no PS5 e Xbox Series

Três décadas se passaram desde os horrores da Mansão Spencer e o início do surto zumbi em Raccoon City. Agora, a Capcom se prepara para lançar Resident Evil Requiem, um título que não apenas homenageia a rica história da franquia, mas também estabelece um novo e empolgante capítulo. Tivemos a oportunidade de testar algumas horas do jogo e as primeiras impressões apontam para um acerto em cheio na mistura entre terror e ação.

O jogo habilmente equilibra a vulnerabilidade de Grace Ashcroft, que percorre corredores com medo em cenas repletas de sustos, com a experiência e o arsenal de Leon S. Kennedy, que retorna para enfrentar os contaminados em sequências de pura adrenalina. Essa sinergia entre gameplays distintos é o coração de Requiem, prometendo mistério, a sombra da invasão de Raccoon City e uma nova ameaça que exigirá nervos de aço dos jogadores.

A Dualidade do Gameplay: Terror e Ação em Sintonia

Durante a prévia, pudemos experimentar três trechos distintos. O primeiro e o terceiro colocaram-nos no controle de Leon, acompanhando o agente da DSO em sua chegada ao hospital do Dr. Gideon, o provável grande vilão da trama, e depois em um confronto com um mid-boss. Nessas sequências, Leon demonstra que ainda “segura o tranco”, enfrentando hordas de inimigos com faca, armas de fogo e até golpes físicos. A semelhança com o remake de Resident Evil 4 é notável: munição não é uma preocupação constante, e a recompensa vem de encarar os perigos de frente, inclusive um médico infectado com uma motosserra, que certamente evocará memórias nos fãs.

Já na segunda sequência, assumimos o papel de Grace Ashcroft, explorando o mesmo hospital, mas por áreas diferentes. Com Grace, a dinâmica muda drasticamente. Munição e itens são escassos, a força física é limitada e o medo é um companheiro constante. Sua jogabilidade remete aos padrões de Ethan Winters em Resident Evil 7 e Village, onde a estratégia é manter-se invisível e evitar confrontos diretos. Essa mudança abrupta entre os estilos de jogo ocorre de forma orgânica e desafia o jogador a se adaptar para sobreviver. Ambos os estilos são extremamente bem executados, agradando tanto aos fãs do Leon “pancadaria” quanto aos jogadores “old school” que buscam o survival horror clássico.

Inovações e Retornos: Câmeras, Localização e Crafting

Resident Evil Requiem apresenta uma série de ferramentas e mecânicas que aprimoram a experiência. Um dos destaques é a possibilidade de alternar a qualquer momento entre as câmeras em 1ª e 3ª pessoa, um acerto para agradar a todos os públicos, desde aqueles que preferem ver Leon e Grace em ação até os que se adaptaram ao estilo de câmera dos capítulos mais recentes.

A Capcom também entregará uma localização impecável. A build testada já contava com dublagem e menus em português brasileiro, mantendo o alto padrão de qualidade da empresa. Além dos comandos clássicos de combate, o jogo reintroduz mecânicas de craft. Não basta apenas encontrar itens; misturar compostos é essencial para a sobrevivência, com a adição de puzzles para garantir que a mistura resulte no material químico desejado, como um contra-reagente para o vírus que explode os contaminados.

Os quebra-cabeças, aliás, retornaram com força total. Há muito tempo não sentíamos a necessidade de anotar padrões ou memorizar combinações para progredir, forçando uma abordagem mais cautelosa. Desde encontrar chaves específicas até acionar passagens secretas com conjuntos de itens, os desafios exigem atenção e estratégia, com o mapa auxiliando na navegação, mas não na dificuldade da coleta e uso dos recursos.

Infectados Inteligentes: A Nova Ameaça em Requiem

O nível de inteligência e comportamento dos infectados em Resident Evil Requiem é surpreendente. Longe de serem meros zumbis descerebrados, essas criaturas se lembram de suas “vidas passadas”, continuando a executar tarefas rotineiras, como limpar espelhos ou cortar carne. Essa característica levanta uma questão crucial: como Leon e Grace identificarão uma vítima real de um infectado que replica palavras ou atitudes humanas? Essa ambiguidade é um acerto enorme da Capcom, que promete confundir os jogadores.

Até os “mortos-vivos” mais simples podem apresentar ataques distintos, munidos de facas, seringas ou outros itens, tornando-se um grande problema, especialmente para Grace, que frequentemente estará sem munição. Contudo, o que mais impressionou foram os contaminados que utilizam ataques sonoros. Criaturas que cantavam antes da transformação agora usam gritos para desestabilizar à distância e acionar outros inimigos na área. Além disso, a inteligência artificial dos inimigos é notável: os mais simples pulam obstáculos e perseguem, enquanto chefões intermediários gritam e farão de tudo para surpreender, remetendo ao temido Nemesis dos velhos tempos.

Um Novo Começo com Raízes no Passado

A caça ao Dr. Gideon, os intensos confrontos e os quebra-cabeças deixam claro que Resident Evil Requiem trilha dois caminhos: abrir um novo capítulo e, ao mesmo tempo, celebrar os 30 anos de história da franquia, levando os fãs de volta a Raccoon City, o berço de tudo. A prévia foi suficiente para assustar, levantar diversas dúvidas sobre os mistérios apresentados e proporcionar muita diversão, aumentando a ansiedade pelo lançamento.

Resident Evil Requiem promete entregar tudo o que os fãs amam na franquia e, ao mesmo tempo, introduzir elementos que definirão os próximos jogos. Seja pelo temor de Grace ou pela coragem de Leon, a trama e o gameplay envolverão e criarão uma conexão única entre o passado e o futuro. O jogo será lançado pela Capcom em 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PCs.

Internet Tátil, Hologramas e Velocidade de 1 Tbps: Como o 6G Vai Transformar Completamente Sua Vida e o Mundo nas Próximas Décadas

Internet Tátil, Hologramas e Velocidade de 1 Tbps: Como o 6G Vai Transformar Completamente Sua Vida e o Mundo nas Próximas Décadas

Esqueça a simples evolução de velocidade que vimos nas gerações anteriores. A chegada do 6G, prevista para as próximas décadas, promete uma revolução que vai muito além de downloads instantâneos, fundindo os mundos físico e digital de maneiras inimagináveis. Com inovações que incluem internet tátil, hologramas realistas e cobertura global, a latência próxima de zero pode tornar o impossível em rotina.

A Internet Mais Imersiva e Sensorial

Atualmente, nossa experiência online se limita majoritariamente à visão e audição. O 6G, no entanto, explora um conceito fascinante: a transmissão de tato, olfato e até paladar através da rede. Com latência quase nula, dispositivos vestíveis (wearables) avançados poderão simular sensações físicas. Imagine comprar uma roupa e sentir a textura do tecido digitalmente antes de finalizar a compra, ou experimentar o cheiro de uma floresta durante um documentário em realidade virtual. O 6G terá a capacidade de sincronizar esses dados sensoriais complexos em tempo real, criando uma imersão total e sem precedentes.

Velocidades Exponenciais e Holografia Volumétrica

Enquanto o 5G já nos impressiona com sua rapidez, o 6G almeja um salto exponencial, com velocidades teóricas que podem atingir até 1 Terabit por segundo (Tbps). Isso representa um aumento de até 100 vezes em relação ao padrão atual. Essa largura de banda massiva não apenas permitirá baixar arquivos instantaneamente, mas também eliminará gargalos de processamento. Dispositivos poderão operar como “terminais”, acessando todo o poder de computação e dados diretamente da nuvem, sem atrasos perceptíveis, diminuindo a necessidade de armazenamento local.

Com essa capacidade, as chamadas de vídeo em telas 2D podem se tornar obsoletas. A largura de banda do 6G viabilizará a transmissão de hologramas de alta fidelidade e em tamanho real. A “telepresença” deixará de ser ficção, permitindo projetar a imagem 3D de um colega de trabalho ou familiar em sua sala, interagindo como se estivessem fisicamente presentes. Isso exigirá o tráfego de uma quantidade colossal de dados não comprimidos, algo que as redes atuais não conseguiriam sustentar de forma estável.

Gêmeos Digitais, Latência Zero e Conectividade Global

O conceito de “Digital Twin” ou Gêmeo Digital — uma cópia virtual de algo físico — será ampliado para escalas globais com o 6G. Sensores ultrarrápidos permitirão monitorar o mundo real milímetro a milímetro. Cidades inteiras poderão ter réplicas digitais exatas para gerenciar o tráfego ou prever enchentes com precisão absoluta. Na medicina, “gêmeos digitais” do corpo humano permitirão simular cirurgias complexas ou reações a medicamentos em um ambiente virtual seguro antes de qualquer intervenção real no paciente.

A latência, o atraso na resposta da rede, poderá cair para níveis de microssegundos (0,1 ms) — mais rápido do que a velocidade de reação do cérebro humano. Essa característica é vital para a “internet tátil”, possibilitando cirurgias robóticas à distância onde o médico sente o feedback do corte em tempo real, mesmo estando em outro continente. É também o pilar para a segurança de veículos autônomos, que precisarão se comunicar instantaneamente entre si e com a infraestrutura da cidade para evitar acidentes. E, para os gamers, as desculpas de “internet lenta” serão coisa do passado.

O 6G é projetado para acabar com as “zonas mortas”. Sua arquitetura integrará antenas terrestres com satélites de baixa órbita (LEO), criando uma cobertura tridimensional. A conexão seguirá o usuário no meio do oceano, em áreas rurais isoladas ou durante voos comerciais, sem que ele perceba a troca de sinal. O objetivo é a onipresença da rede, garantindo que dispositivos IoT (Internet das Coisas) funcionem em qualquer ponto do planeta, monitorando desde o clima em desertos até cargas em alto mar.

IA e Eficiência Energética na Base do 6G

Diferente das gerações anteriores, a Inteligência Artificial (IA) não será um recurso adicionado ao 6G; ela fará parte de sua infraestrutura desde o início. Redes cognitivas poderão se auto-otimizar e consertar falhas sem intervenção humana. O ponto crucial, porém, é a sustentabilidade e a eficiência energética. A expectativa é que a rede seja capaz de consumir menos energia e reduzir drasticamente o consumo de eletricidade, mesmo transmitindo muito mais informação do que o 5G, tornando a tecnologia mais verde e inteligente.

Cozinha Otimizada: Descubra 5 Eletrodomésticos Multifuncionais Essenciais Que Economizam Dinheiro e Espaço

Cozinha Otimizada: Descubra 5 Eletrodomésticos Multifuncionais Essenciais Que Economizam Dinheiro e Espaço

Em cozinhas com espaço limitado, a escolha inteligente dos eletrodomésticos faz toda a diferença. Aparelhos multifuncionais surgem como a solução ideal, combinando diversas funções em um único equipamento. Essa versatilidade não só otimiza o uso do espaço em bancadas e armários, mas também contribui significativamente para a economia doméstica, reduzindo gastos com energia, gás e a necessidade de adquirir múltiplos utensílios.

Pensando nisso, selecionamos 5 eletrodomésticos multifuncionais que são verdadeiros coringas e prometem revolucionar sua cozinha:

1. Panela Elétrica Multifuncional

Considerada um dos aparelhos mais completos para cozinhas compactas, a panela elétrica multifuncional é capaz de substituir diversos itens, como panela de arroz, panela de pressão, vaporizador e até mesmo o fogão em algumas preparações. Com ela, é possível cozinhar, refogar, assar, preparar sopas e manter alimentos aquecidos.

Seu grande diferencial é a economia: ela diminui o consumo de gás, evita a compra de vários utensílios e gasta menos energia do que o uso prolongado de um fogão ou forno tradicional. Em termos de espaço, um único aparelho ocupa o lugar de várias panelas grandes, simplificando a organização e liberando armários.

2. Air Fryer com Função Forno

A evolução da air fryer a transformou em um eletrodoméstico altamente versátil. Modelos com função forno vão além do fritar sem óleo, permitindo assar, gratinar, grelhar, desidratar e reaquecer alimentos. Isso significa que ela pode facilmente substituir um forno elétrico, um grill e, em muitos casos, até uma torradeira.

A economia é dupla: no consumo de energia, pois aquece mais rapidamente e utiliza menos eletricidade que um forno convencional, e na redução de gastos com delivery, incentivando o preparo de refeições em casa. Compacta, ocupa menos espaço que um forno e ainda deixa o fogão livre para outras tarefas.

3. Micro-ondas com Grill e Função Forno

Para quem busca máxima versatilidade em um só aparelho, o micro-ondas multifuncional é a escolha perfeita. Além das funções tradicionais de aquecer e descongelar, ele incorpora grill e função forno, permitindo assar, dourar e gratinar alimentos. Em muitas situações, ele se torna um substituto completo para o forno elétrico.

Este tipo de micro-ondas economiza dinheiro ao agilizar o preparo dos alimentos e reduzir o consumo de energia elétrica, além de eliminar a necessidade de adquirir equipamentos separados. Em cozinhas pequenas, é uma solução prática que mantém a funcionalidade sem comprometer o precioso espaço.

4. Mixer Multifuncional

Um verdadeiro coringa na cozinha, o mixer multifuncional é incrivelmente compacto e versátil. Ele pode substituir um liquidificador para massas leves, preparar molhos, sopas, vitaminas e triturar alimentos. Alguns modelos vêm com acessórios que expandem ainda mais suas capacidades, tornando-o uma mini-batedeira ou processador.

Por ser pequeno, pode ser facilmente guardado em gavetas ou armários, ocupando um espaço mínimo. Financeiramente, evita a compra de eletrodomésticos maiores e mais caros, e seu baixo consumo de energia – utilizado apenas pelo tempo necessário – representa uma economia adicional.

5. Multiprocessador

Quando o assunto é eficiência e versatilidade, o multiprocessador de alimentos se destaca. Ele é capaz de ralar, fatiar, triturar, picar, moer e até mesmo bater massas leves. Na prática, ele substitui raladores manuais, processadores específicos, trituradores, mixers e, em certas funções, até o liquidificador.

A economia de dinheiro se manifesta ao concentrar em um único aparelho tarefas que exigiriam múltiplos utensílios ou eletrodomésticos. Além disso, a maioria dos modelos permite guardar os acessórios dentro do próprio copo do multiprocessador, garantindo que tudo fique organizado e compacto, liberando espaço valioso na cozinha.

Investir em eletrodomésticos multifuncionais é uma decisão inteligente para quem busca otimizar o espaço e a funcionalidade da cozinha, ao mesmo tempo em que promove uma economia significativa no orçamento doméstico. Esses aparelhos não são apenas práticos, mas também aliados poderosos para um dia a dia mais eficiente e sustentável.