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Você Comete Estes 3 Erros Fatais Com Seu Carro Flex e Nem Imaginava? Desvende Mitos do Abastecimento em

Você Comete Estes 3 Erros Fatais Com Seu Carro Flex e Nem Imaginava? Desvende Mitos do Abastecimento em 2025

Presente nas ruas brasileiras há mais de duas décadas, o motor flex revolucionou a forma como os motoristas escolhem o combustível. No entanto, mesmo em pleno 2025, a tecnologia ainda gera muitas dúvidas e leva a erros comuns, muitas vezes por pura falta de informação. Se você já se perguntou se pode misturar etanol e gasolina ou se existe uma proporção ‘mágica’ para o melhor desempenho, é provável que esteja cometendo equívocos sem saber.

O CT Auto detalha os principais erros no uso de carros flex que você precisa parar de cometer para garantir a longevidade do seu veículo e otimizar seu uso. Prepare-se para desvendar alguns mitos e tirar o máximo proveito da liberdade que o sistema flex oferece.

Mito 1: Não Posso Misturar Etanol e Gasolina no Tanque?

Este é, sem dúvida, o erro mais difundido e uma das maiores preocupações dos proprietários de carros flex. A resposta é um sonoro e categórico SIM, você pode e deve misturar etanol e gasolina no tanque do seu veículo! A ideia de que é preciso rodar até “zerar” um combustível antes de abastecer com outro é completamente equivocada.

A tecnologia flex foi desenvolvida justamente para oferecer essa liberdade ao condutor. O sistema do carro é projetado para identificar a proporção de cada combustível e ajustar o motor automaticamente, garantindo o funcionamento ideal independentemente da mistura.

Mito 2: É Obrigatório Usar Ambos os Combustíveis Regularmente?

Outra dúvida frequente é a necessidade de alternar entre etanol e gasolina apenas por ter um motor flex. A verdade é que não há qualquer obrigatoriedade de utilizar os dois tipos de combustível. Se o proprietário desejar, pode rodar a vida inteira do carro utilizando apenas etanol ou apenas gasolina, sem qualquer prejuízo ao veículo.

O segredo para essa adaptabilidade está na sonda lambda, um componente crucial localizado no escapamento. Ela é responsável por analisar os gases e enviar a informação sobre a composição do combustível à central de comando do motor, que, por sua vez, realiza os ajustes necessários para o melhor desempenho.

Mito 3: Existe uma Proporção “Ideal” de Mistura para Desempenho ou Economia?

Muitos motoristas buscam uma “fórmula mágica” de mistura entre gasolina e etanol, acreditando que existe uma proporção ideal para otimizar o desempenho ou a economia. Mais uma vez, este é um equívoco. Como já mencionado, o carro flex pode funcionar perfeitamente com apenas um combustível ou com qualquer mistura dos dois.

A escolha entre etanol e gasolina deve ser pautada pela sua preferência: quer mais desempenho e uma resposta mais rápida do motor? Priorize o etanol. A economia de combustível é a sua principal preocupação? Então a gasolina será a melhor opção. Não há proporções fixas a serem seguidas; a liberdade de escolha é sua, e o carro se adapta.

Com estas informações, esperamos que você possa usar seu carro flex com mais confiança e eficiência, aproveitando ao máximo a versatilidade que essa tecnologia oferece sem cair em mitos e erros comuns.

Natal 2024: 3 Presentes Essenciais para Quem Vive com o Celular Sempre Descarregado e Precisa de Bateria Extra

Natal 2024: 3 Presentes Essenciais para Quem Vive com o Celular Sempre Descarregado e Precisa de Bateria Extra

Em um mundo onde o smartphone é o centro de nossa vida digital – para reuniões, banco, delivery e até documentos –, a autonomia da bateria se tornou uma preocupação constante. Para aquela pessoa querida que vive com o celular à beira do apagão, encontrar o presente de Natal ideal pode ser mais simples e útil do que parece. Pensando em praticidade, tecnologia e bom custo-benefício, selecionamos três ideias de presentes que vão devolver a tranquilidade e a conectividade.

1. Power Bank de Alta Capacidade: Nunca Mais Sem Bateria

Um dos presentes mais certeiros para quem sofre com a bateria é um bom power bank. Modelos com 20.000 mAh ou mais são capazes de recarregar o celular múltiplas vezes antes de precisarem de uma nova carga. O Baseus 20.000 mAh, por exemplo, é uma excelente opção que oferece carregamento rápido e múltiplas entradas, permitindo carregar mais de um dispositivo simultaneamente. Outra ótima alternativa é o power bank Samsung 20.000 mAh, que também conta com carregamento rápido e geralmente custa menos de R$ 200, fazendo uma diferença imediata no dia a dia de quem precisa de energia extra.

2. Base de Carregamento Sem Fio: Organização e Conveniência

Para quem preza pela organização ou passa longas horas trabalhando na mesa, uma base de carregamento wireless é um presente útil e elegante. Basta encostar o telefone para que ele comece a carregar, mantendo a bateria sempre cheia sem a necessidade de conectar cabos. A Anker PowerWave Pad e a Baseus Simple 15W são alternativas econômicas e eficientes, com preços que variam entre R$ 80 e R$ 150. É fundamental, porém, verificar se o smartphone do presenteado é compatível com o carregamento por indução, já que modelos mais antigos podem não possuir essa funcionalidade.

3. Carregador Veicular Rápido: Energia no Trânsito

Por fim, um carregador automotivo que combine USB-C e carregamento rápido é praticamente indispensável para quem passa muito tempo no trânsito ou trabalha dirigindo. Produtos como o UGREEN 30W Car Charger e o Baseus PPS 45W entregam energia suficiente para carregar celulares modernos, mesmo enquanto utilizam GPS, aplicativos de rota ou streaming de música. Com um custo geralmente abaixo de R$ 100, esses carregadores garantem que o aparelho não fique sem bateria nos momentos mais importantes da jornada. No fim, todos esses presentes compartilham o mesmo objetivo: oferecer mais autonomia e menos estresse para quem sofre com a bateria do celular. O Natal é a chance perfeita de dar esse alívio tecnológico.

Guia Definitivo: Como Posicionar as Fans do Gabinete para Máxima Eficiência e Evitar Superaquecimento no Seu PC Gamer

Guia Definitivo: Como Posicionar as Fans do Gabinete para Máxima Eficiência e Evitar Superaquecimento no Seu PC Gamer

Para qualquer entusiasta de hardware, o objetivo é claro: ver suas peças operando no limite sem que o calor comprometa o desempenho. Investir em uma placa de vídeo e um processador de ponta de nada adianta se o temido thermal throttling — a redução forçada de performance para proteger o chip — entrar em ação. Engana-se quem pensa que basta encher o gabinete de LEDs e ventoinhas para resolver o problema. A refrigeração de um PC é uma ciência, e o posicionamento correto das fans é vital.

A Importância Crítica do Airflow: Muito Além da Estética

O gabinete não é apenas um invólucro para seus componentes; ele é fundamental para a troca de calor com o ambiente. Processadores e placas de vídeo geram calor intenso, e se esse ar quente não for rapidamente expulso, ele cria uma “bolha” de alta temperatura interna. Isso leva os coolers a puxarem ar já quente, iniciando um ciclo vicioso de superaquecimento que prejudica a vida útil e a performance. Um sistema de refrigeração eficiente garante:

  • Estabilidade do sistema: Evita travamentos e quedas de frames.
  • Performance máxima: Seus componentes operam na velocidade projetada, sem thermal throttling.
  • Longevidade dos componentes: Reduz o estresse térmico, prolongando a vida útil do hardware.

Erros Fatais: O Que NUNCA Fazer ao Posicionar Suas Fans

Na busca pela estética ou por desatenção às setas indicativas das fans, muitos usuários cometem equívocos que comprometem seriamente a refrigeração. O erro mais comum é criar um conflito de fluxo de ar, com ventoinhas soprando ar para fora na frente e puxando ar para dentro na parte traseira ou superior. Isso quebra o fluxo natural do gabinete, onde o ar quente tende a subir, gerando turbulência desnecessária.

Outro erro grave é ter muitas fans tirando ar e poucas ou nenhuma colocando. Isso transforma o gabinete em uma câmara de ar quente, elevando rapidamente as temperaturas da placa de vídeo e do processador. Além disso, a obstrução por cabos é um problema real. Um emaranhado de fios na frente das fans impede o fluxo de ar livre, anulando a eficácia da ventilação.

A Lógica do Fluxo de Ar: Criando um Túnel de Vento Eficiente

Para máxima eficiência, a regra de ouro é o fluxo unidirecional. O ar frio deve entrar por um lado, atravessar os componentes e sair pelo lado oposto, geralmente seguindo o caminho frente/baixo para trás/cima. A entrada de ar frio ocorre pelas fans frontais (uma, idealmente duas) e, em gabinetes que suportam, também pelas inferiores, beneficiando especialmente a placa de vídeo. Gabinetes do tipo mesh (com tela perfurada) oferecem maior eficiência nesse quesito.

É recomendável manter um número ligeiramente maior (ou rotação maior) de fans puxando ar para dentro do que tirando. Isso cria uma “pressão positiva” interna, que não só melhora o fluxo, mas também ajuda a evitar a entrada de poeira pelas frestas. Para a exaustão, a fan traseira é obrigatória, posicionada para expulsar o ar quente diretamente do cooler da CPU. Fans no topo são excelentes exaustores, aproveitando a tendência natural do ar quente de subir.

Configuração Ideal e Dicas para Water Coolers

Para um gabinete torre convencional, a configuração mais eficiente é:

  • Frente: 2 ou 3 fans puxando ar para dentro (intake).
  • Traseira: 1 fan empurrando ar para fora (exhaust).
  • Topo: 1 ou 2 fans empurrando ar para fora (exhaust).
  • Base (opcional): 1 ou 2 fans puxando ar para dentro (intake).

Se você utiliza um Water Cooler (AIO), a instalação ideal é no topo como exaustor ou na frente como entrada. No topo, ele contribui para a exaustão do calor interno. Na frente, ele garante que o processador receba o ar mais frio possível, embora isso signifique que o ar expelido para o interior do gabinete estará ligeiramente mais quente, impactando a placa de vídeo e outros componentes.

Uma observação importante para quem usa coolers a ar na CPU: algumas configurações com duas fans no topo podem ter a fan mais à direita puxando ar frio que deveria ir para o processador, atrapalhando sua refrigeração. Fabricantes como a Noctua sugerem que essa fan seja posicionada soprando ar para dentro (de cima para baixo) ou simplesmente removida. Na prática, essa otimização pode resultar em uma diminuição de menos de 5°C, mas é um ganho que contribui para a estabilidade e longevidade do componente.

Em suma, criar um “túnel de vento” eficiente onde o ar frio entra pela frente (e, opcionalmente, por baixo) e o ar quente sai por trás e por cima pode baixar a temperatura do seu sistema em até 10°C ou 15°C nos casos mais críticos, sem custo adicional. Seu hardware agradecerá com anos de alta performance.

Natal 2025: 4 Ideias de Presentes Inteligentes para Conectar e Automatizar sua Casa, Oferecendo Conforto e Economia de Tempo

Natal 2025: 4 Ideias de Presentes Inteligentes para Conectar e Automatizar sua Casa, Oferecendo Conforto e Economia de Tempo

O Natal se aproxima e, com ele, a busca por presentes que realmente façam a diferença. Para quem deseja unir tecnologia, conforto e praticidade, dispositivos inteligentes para a casa surgem como opções ideais. Eles não apenas modernizam o lar, mas também otimizam o tempo e oferecem uma nova dimensão de conveniência. Que tal presentear com a possibilidade de uma vida mais conectada? Veja quatro sugestões que prometem transformar qualquer residência em um ambiente mais smart e funcional.

1. Amazon Echo Dot: O Centro de Comando Inteligente

Longe de ser apenas uma caixa de som, a Amazon Echo Dot, especialmente sua nova geração, funciona como um hub central para a casa inteligente. Com um driver aprimorado de 1,73 polegadas, ela oferece vocais mais nítidos e graves profundos. Seus sensores são o grande diferencial: o de temperatura permite criar rotinas que ativam automaticamente o ar-condicionado ou ventilador inteligente se o ambiente aquecer. Além disso, a detecção de movimento por ultrassom e o acelerômetro possibilitam controles por toque no topo, permitindo adiar alarmes ou pausar músicas sem precisar usar a voz.

2. Lâmpada Inteligente Elgin Wi-Fi: Iluminação Personalizada

A porta de entrada mais acessível para a automação residencial é, sem dúvida, a lâmpada inteligente. A Elgin Wi-Fi, com 10W de potência e 803 lúmens, garante boa iluminação para quartos e escritórios. Sua tecnologia RGB permite escolher entre 16 milhões de cores, mas o controle de temperatura do branco (CCT) é o destaque técnico. Pelo aplicativo, é possível ajustar para um branco frio (6500K) para estimular o foco no trabalho ou um branco quente (3000K) para relaxar, contribuindo para a regulação do sono. Compatível com o ecossistema Tuya/Smart Life, ela responde instantaneamente a comandos da Alexa e Google Assistente.

3. Robô Aspirador KaBuM! Smart 700: Limpeza Autônoma e Precisa

Diga adeus aos robôs aspiradores que se movem aleatoriamente. O KaBuM! Smart 700 eleva a limpeza a outro nível com seu sensor Laser (LiDAR) 360º. Ele escaneia o ambiente e desenha a planta da casa no aplicativo em tempo real, permitindo recursos avançados como a limpeza de cômodos específicos ("limpar apenas a cozinha"), criação de barreiras virtuais para proteger áreas sensíveis (como cabos) e memória de múltiplos mapas, ideal para residências de vários andares. Além de aspirar com alta sucção, ele passa pano simultaneamente, com controle eletrônico da vazão de água.

4. Interruptor Inteligente Intelbras EWS 1002: Controle de Luz Sofisticado

Para quem deseja automatizar a iluminação sem abrir mão de lâmpadas decorativas ou lustres, o interruptor inteligente Intelbras EWS 1002 é a solução premium. Com duas teclas touch, ele permite controlar dois circuitos elétricos independentes (como a luz central e uma sanca de gesso) no mesmo espelho 4×2 padrão. Seu acabamento em vidro temperado garante durabilidade e evita o amarelamento. É crucial ressaltar que a instalação exige o fio neutro para alimentação, o que garante que o interruptor permaneça conectado ao Wi-Fi 24 horas por dia. Isso permite verificar pelo aplicativo Izy Smart se as luzes estão acesas, mesmo quando você está fora de casa, oferecendo segurança e economia.

Fim de Ano Sem Celular? Descubra Como Desconectar e Aproveitar as Férias de Verdade com 5 Dicas Simples e Eficazes

Fim de Ano Sem Celular? Descubra Como Desconectar e Aproveitar as Férias de Verdade com 5 Dicas Simples e Eficazes

Fim de Ano Sem Celular? Descubra Como Desconectar e Aproveitar as Férias de Verdade com 5 Dicas Simples e Eficazes

Aprenda a gerenciar o uso do smartphone, configurar respostas automáticas e criar limites para vivenciar momentos inesquecíveis com a família e amigos, longe das telas.

O fim de ano é um período aguardado para relaxar, celebrar e passar tempo de qualidade com quem amamos. No entanto, a constante presença dos smartphones pode facilmente desviar nossa atenção, transformando momentos preciosos em oportunidades perdidas. Para garantir um verdadeiro descanso digital e uma conexão genuína com o ambiente e as pessoas ao seu redor, é fundamental adotar estratégias para se desconectar. Confira 5 dicas práticas para deixar o celular de lado e aproveitar ao máximo suas férias.

1. Prepare sua Ausência Digital com Respostas Automáticas

Antes de mergulhar no recesso, avise seus contatos sobre sua pausa. Configure respostas automáticas em seus aplicativos de mensagem e e-mail. Uma mensagem clara, como “Estou em período de recesso, volto às atividades no dia 05/01/2026”, informa seus interlocutores e estabelece expectativas, permitindo que você se ausente sem preocupações.

2. Controle o Tempo de Tela e Silencie o Inevitável

As redes sociais podem ser grandes ladrões de tempo e atenção. Para evitar que o “scrolling” infinito afaste você da companhia de familiares e amigos, utilize as ferramentas de controle de tempo de tela do seu aparelho. Recursos como “Bem-estar Digital” no Android ou “Tempo de Uso” no iOS permitem definir limites diários para aplicativos como Instagram e TikTok, bloqueando o acesso após o tempo estipulado. Além disso, se uma olhada rápida nas redes for inevitável, silencie termos específicos que possam gerar estresse ou discussões desnecessárias. No X (antigo Twitter) e Instagram, é possível configurar o silenciamento de palavras, limitando a exibição de conteúdos sugeridos ou comentários indesejados.

3. Mude a Forma de Interagir: Fotografe Agora, Poste Depois

Registrar os momentos é essencial para criar memórias, mas o processo de editar, escolher músicas e postar imediatamente pode consumir um tempo valioso. Adote a estratégia do “fotografe agora, poste depois”. Capture as fotos e vídeos das celebrações e decorações, mas guarde o celular logo em seguida. Deixe para compartilhar esses momentos no dia seguinte, ou quando estiver de volta à rotina, priorizando a vivência do presente durante as festas.

4. Crie Distância Física do Aparelho

Se as configurações e mudanças de comportamento ainda não forem suficientes, a distância física pode ser a solução. Ao se dedicar a atividades como ler um livro, assistir a um filme, cozinhar ou jogar, deixe o smartphone em outro cômodo. Essa simples atitude ajuda a quebrar o hábito automático de pegar o celular sem um motivo real, evitando que essa ação se transforme em horas perdidas nas redes sociais. A barreira física é um lembrete eficaz de que seu foco está em outras coisas.

Adotar essas práticas pode transformar suas férias de fim de ano, permitindo um descanso mais profundo e uma conexão mais autêntica com as experiências e as pessoas ao seu redor. Desligue-se para se ligar de verdade!

Consoles Portáteis: A Nova Onda que Redefine o Mercado de Games com o Sucesso do Nintendo Switch 2 e a Ascensão de PCs Híbridos

Consoles Portáteis: A Nova Onda que Redefine o Mercado de Games com o Sucesso do Nintendo Switch 2 e a Ascensão de PCs Híbridos

A indústria de games testemunha uma notável reascensão de um formato já conhecido, mas que agora ganha novos contornos: os consoles portáteis. Este segmento, impulsionado por novos hábitos de consumo e avanços tecnológicos, está remodelando as estratégias das fabricantes de hardware e capturando a atenção de milhões de jogadores ao redor do mundo.

A Nintendo, pioneira e líder de mercado, solidificou sua posição com o lançamento do Nintendo Switch 2 em 2025. O console se tornou o maior lançamento da história dos games, vendendo mais de 10,3 milhões de unidades em apenas quatro meses, superando o lendário PlayStation 5, que vendeu 7,8 milhões em seis meses entre 2020 e 2021.

O Fenômeno Nintendo Switch e o Salto Tecnológico

Segundo o jornalista e especialista em games Claudio Prandoni, conhecido como Prandas, dois fatores cruciais explicam essa ascensão. Primeiramente, o avanço tecnológico permitiu a criação de chips pequenos, mas poderosos, viabilizando portáteis com desempenho impressionante. Em segundo lugar, o salto de qualidade gráfica entre as gerações de jogos e consoles já não é tão significativo, tornando o formato portátil uma opção cada vez mais atraente sem grandes perdas visuais.

O Nintendo Switch, que completou 8 anos em 2025, é um exemplo claro dessa tendência. A desenvolvedora japonesa sempre apostou no formato portátil e, com o Switch, antecipou-se às demandas do mercado. Seu design híbrido, que permite jogar tanto nas mãos quanto conectado a um dock na TV, conquistou o público e influenciou todo o mercado de hardware.

A Chegada dos PCs Portáteis e Novas Estratégias

O sucesso do Switch abriu caminho para uma nova categoria: os PCs portáteis. Dispositivos como o Steam Deck (lançado em 2022), o Lenovo Legion Go e o ASUS ROG Ally (ambos de 2023) surgiram como fortes concorrentes. A ASUS, inclusive, inovou com a versão ROG Xbox Ally, que integra a interface e o ecossistema do Xbox.

A principal distinção entre um PC portátil e um console reside no software. Enquanto consoles operam com sistemas mais fechados, os PCs portáteis oferecem um software aberto, permitindo ao usuário realizar diversas tarefas além dos jogos, como navegar na internet, trabalhar ou instalar outros aplicativos.

O Futuro dos Portáteis: Desafios e Rumores

Apesar da evolução, os portáteis com mais desempenho ainda enfrentam desafios. A bateria é o componente mais exigido e representa o principal obstáculo para um avanço ainda maior. Contudo, Prandas ressalta que as limitações dos consoles portáteis são cada vez menores.

Olhando para o futuro, o mercado pode esperar novos concorrentes, com rumores sobre um novo PlayStation portátil. Já a Microsoft, segundo o especialista, deve focar cada vez mais em parcerias com outros hardwares e se afastar da produção de dispositivos próprios, consolidando sua estratégia ligada ao ecossistema PC.

Designer de Prompt: Salários de R$ 15 Mil na Nova Profissão da IA Generativa; Saiba Como Entrar Sem Ser Programador

Designer de Prompt: Salários de R$ 15 Mil na Nova Profissão da IA Generativa; Saiba Como Entrar Sem Ser Programador

A rápida popularização de ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT e o Gemini, impulsionou o surgimento de uma nova e lucrativa função no mercado de trabalho: o designer de prompt, também conhecido como prompt engineer. Segundo dados apresentados no Podcast Canaltech, profissionais capacitados a extrair os melhores resultados desses algoritmos podem alcançar salários de até R$ 15 mil.

O que faz um Designer de Prompt?

Gustavo Torrente, professor e head B2B da Alura + FIAP, explica que a essência da função reside na capacidade técnica e estratégica de “conversar com a máquina”. O principal objetivo é otimizar o uso de LLMs (modelos de linguagem de larga escala) para escalar a produção de textos, códigos e análises, garantindo que a inteligência artificial não entregue respostas genéricas ou as chamadas “alucinações”.

A demanda por este perfil é crescente, com o LinkedIn registrando mais de 5 mil vagas relacionadas à habilidade no último ano. Os setores com maior procura incluem agências de marketing digital, startups de tecnologia, bancos, o setor jurídico e áreas de educação, todos buscando maximizar o potencial da IA em suas operações.

Habilidades Essenciais: Soft Skills em Destaque

Diferente de cargos de desenvolvimento tradicionais, a posição de designer de prompt não exige, necessariamente, formação prévia em programação. Torrente destaca que 80% da competência necessária está ligada a soft skills, como comunicação eficaz, entendimento de contexto e um vocabulário rico. Os 20% restantes envolvem técnicas de engenharia e estruturação de prompts, como o uso de markdown.

Como Ingressar na Carreira e os Pilares do Prompt Perfeito

Para quem deseja entrar na área, o especialista recomenda a construção de um portfólio robusto, focado na resolução de problemas reais e na demonstração de retorno sobre o investimento (ROI), como a economia de horas de trabalho. Durante a entrevista, ele elencou seis pilares essenciais para a construção de um comando eficiente para a IA, fundamentais para quem busca excelência na interação com esses sistemas.

O Futuro da Engenharia de Prompt

A longo prazo, Gustavo Torrente projeta que a engenharia de prompt deixará de ser um cargo isolado para se tornar uma competência obrigatória em diversas carreiras. Essa evolução é comparável ao que ocorreu com o uso de e-mail e internet, que de habilidades específicas se transformaram em requisitos básicos para a maioria das profissões na era digital.

A Desigualdade Digital no Brasil: Quem São os 28 Milhões Sem Internet e Como Superar as Barreiras para uma Conectividade Significativa?

A Desigualdade Digital no Brasil: Quem São os 28 Milhões Sem Internet e Como Superar as Barreiras para uma Conectividade Significativa?

Em um cenário cada vez mais digitalizado, onde interações sociais e serviços governamentais migram para a web, o Brasil ainda enfrenta um desafio significativo: 28 milhões de seus cidadãos permanecem sem acesso à internet. Embora esse número tenha diminuído, ele ressalta uma profunda barreira que distancia uma parcela considerável da população das oportunidades e necessidades da era digital. A pesquisa TIC Domicílios, referência no setor, não apenas quantifica essa exclusão, mas também acende um alerta sobre a qualidade do acesso entre aqueles que já estão conectados.

Especialistas ouvidos pelo Canaltech apontam caminhos cruciais para reduzir o contingente de não usuários e, igualmente importante, assegurar que o acesso à internet seja de fato transformador para todos os brasileiros.

O Retrato dos Desconectados e a Urgência Social

Para a pesquisa, é considerado não usuário quem não acessou a web pelo menos uma vez nos últimos três meses, seguindo a metodologia global da União Internacional de Telecomunicações (ONU). A maioria desses 28 milhões reside em áreas urbanas, principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste. O perfil demográfico revela uma predominância de homens, pessoas identificadas como pretas ou pardas e, economicamente, grande parte pertencente às classes D e E.

Um dado particularmente preocupante é a faixa etária: mais da metade dos não usuários tem 60 anos ou mais. Para Fabio Storino, coordenador da pesquisa TIC Domicílios, essa parcela reflete um grupo que não cresceu com a tecnologia e, em muitos casos, não tem interesse em adotá-la. A falta de interesse ou necessidade é, de fato, o segundo motivo mais comum para a ausência de acesso, atrás apenas de “não saber usar”, sendo mais prevalente entre os idosos.

A doutora em Ciências Sociais pela UNICAMP e coordenadora de pesquisa do centro InternetLab, Stephanie Lima, destaca a gravidade desse cenário diante da constante digitalização de serviços essenciais. Plataformas como o Gov.br, para acesso a benefícios, e o Meu SUS Digital, para serviços de saúde, operam exclusivamente no ambiente online. “Todos nós precisamos usar o Gov.br, para fazer inúmeras coisas: acessar o INSS, o SUS. Você também precisa do celular e de um aplicativo do governo. E sabemos que a maioria das pessoas que precisam acessar esses aplicativos são pessoas de classes populares”, comenta Lima, sublinhando a urgência de levar esses serviços a toda a população.

Além do Acesso: O Desafio da Conectividade Significativa

Com 168 milhões de brasileiros usando a internet regularmente e 86% dos domicílios conectados em 2025 (um salto significativo dos 51% de uma década atrás), o aumento do acesso é inegável. Contudo, essa expansão não se traduz automaticamente em uma experiência de qualidade para todos. O Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), responsável pela pesquisa nacional, introduz o conceito de “conectividade significativa”. Isso significa que não basta apenas fornecer o acesso; é imperativo garantir uma experiência estável e de qualidade, baseada em quatro fatores principais: velocidade, dispositivo, frequência de uso e franquia de dados.

Fabio Storino ressalta a disparidade: “Imagine uma pessoa que tem recursos financeiros, classe A, que mora numa região que tem oferta de uma internet rápida por fibra ótica, sem cair o sinal, pode navegar à vontade e que acessa de um computador ou dispositivo de tela grande. Compare com uma pessoa que só acessa por meio de um telefone celular, uma tela pequena, mais limitada, com uma conexão móvel, exclusivamente móvel, um plano limitado, um plano pré-pago, com algumas áreas, algumas regiões que ela circula que não tem sinal, não pega o celular. As duas estão conectadas, mas a diferença de qualidade de conexão é muito grande”.

Stephanie Lima complementa, apontando o acesso exclusivo por redes móveis e o uso de celulares como barreiras significativas para a qualidade. “Quando você olha, com mais atenção para qual é o dispositivo que as pessoas estão usando, você percebe que pessoas das classes mais baixas, mulheres e negras, só acessam a internet via celular. O fato de você usar exclusivamente pelo celular tem uma limitação da qualidade de acesso ao serviço”, explica.

Políticas Públicas para Uma Inclusão Digital Completa

Para derrubar as barreiras da exclusão e da conectividade precária, é essencial uma abordagem multifacetada que envolva infraestrutura, acesso a redes de qualidade e o desenvolvimento de habilidades digitais. Fábio Storino reconhece que, devido à parcela de pessoas sem interesse, a universalização não deve atingir 100%, mas o foco deve ser garantir que “todos aqueles que queiram se conectar possam se conectar”.

José Vitor Pereira, advogado do coletivo jurídico AqualtuneLab, sugere políticas públicas direcionadas para a conectividade significativa. Ele defende:

  • Planos de internet mais acessíveis: Combater a assimetria de preços, onde planos mais caros oferecem um custo por GB menor.
  • Acesso a dispositivos diversos: Facilitar a aquisição de computadores e outros aparelhos que permitam uma experiência de usuário mais completa, indo além do celular.
  • Espaços públicos com conexão de qualidade: Estruturar bibliotecas e centros culturais com internet de alta velocidade e dispositivos disponíveis para uso, garantindo acesso a quem não tem em casa ou depende exclusivamente do celular.
  • Letramento digital: Desenvolver habilidades digitais básicas para garantir segurança, privacidade e domínio das ferramentas online, incentivando “usos éticos e educativos com IA, fazer transferências econômicas e se comunicar”.

A inclusão digital no Brasil é um processo complexo, que vai além da simples oferta de sinal. Exige um compromisso com a qualidade, a acessibilidade econômica e o desenvolvimento de competências para que todos os brasileiros possam verdadeiramente participar e se beneficiar da sociedade digital.

Malware Fileless: A Ameaça Invisível que Se Esconde na Memória RAM para Roubar Seus Dados e Enganar Antivírus

Malware Fileless: A Ameaça Invisível que Se Esconde na Memória RAM para Roubar Seus Dados e Enganar Antivírus

Quando pensamos em vírus de computador, geralmente imaginamos um arquivo malicioso que se instala sorrateiramente em nosso disco rígido. No entanto, uma evolução sofisticada dessa ameaça tem ganhado força, operando de maneira quase fantasma: o malware fileless. Esse tipo de software malicioso representa um desafio significativo para a segurança cibernética, pois consegue realizar ataques devastadores sem nunca gravar um arquivo no SSD ou HDD do aparelho, tornando-o extremamente difícil de ser detectado por métodos tradicionais.

A natureza “sem arquivo” do malware fileless significa que ele vive e executa suas ações diretamente na memória RAM do computador. Essa característica é a sua principal vantagem, permitindo que ele passe despercebido por muitos sistemas de segurança que estão programados para escanear e identificar arquivos suspeitos no armazenamento permanente. É como um ladrão que entra na sua casa usando a sua própria chave, sem precisar arrombar a porta.

O Que é o Malware Fileless e Por Que Ele é Tão Perigoso?

O malware fileless, ou “sem arquivo”, não se instala como os vírus que conhecemos. Em vez disso, ele se aproveita da memória volátil do sistema para operar. Essa técnica é frequentemente associada a uma prática conhecida como “Living off the Land” (LotL), que pode ser traduzida como “vivendo da terra”. Nesse tipo de ataque, os cibercriminosos utilizam ferramentas legítimas e pré-instaladas no próprio sistema operacional – como o PowerShell, macros do Office ou o Windows Management Instrumentation (WMI) – para executar comandos maliciosos. Para o sistema, essas ações parecem ser realizadas por programas confiáveis, o que as torna quase invisíveis para muitos antivírus.

A grande periculosidade do malware fileless reside justamente na sua capacidade de evadir a detecção. Ferramentas de segurança baseadas na comparação de assinaturas de arquivos no disco rígido ficam “cegas” para essa ameaça, pois não há um arquivo para ser escaneado. Além disso, a natureza efêmera de sua operação na RAM significa que, ao desligar o computador, grande parte das evidências do ataque pode desaparecer, dificultando enormemente a investigação forense e a identificação da origem do problema por especialistas.

Como Funciona Um Ataque Sem Rastro?

Embora a execução final seja diferente, o início de um ataque de malware fileless muitas vezes segue padrões clássicos de invasão. Ele pode começar por meio de um e-mail de phishing, um documento com macros maliciosas, um site comprometido ou links fraudulentos. A diferença crucial ocorre após o clique ou a abertura do arquivo: em vez de instalar um programa corrompido, o link ou a macro executa um comando oculto. Esse comando instrui ferramentas legítimas do sistema, como o PowerShell, a lançar um script diretamente na memória RAM.

Uma vez ativo na memória, o script malicioso pode realizar uma série de ações prejudiciais: roubo de dados sensíveis (senhas, registros pessoais), escalonamento de privilégios para obter controle total do sistema e até a instalação de “payloads” criptografados. Para garantir sua persistência mesmo após uma reinicialização do PC, o malware fileless pode manipular o registro do Windows, garantindo que o script seja executado novamente na memória quando o sistema for ligado.

Casos Reais: O Impacto Devastador do Malware Fileless

A ameaça do malware fileless não é apenas teórica; ela já causou estragos significativos no mundo real. Um dos exemplos mais notórios é a violação de segurança da Equifax em 2017. Essa gigante de crédito nos EUA sofreu um ataque massivo que explorou uma vulnerabilidade no software Apache Struts. A execução de código malicioso diretamente na memória resultou no vazamento de informações sensíveis de cerca de 147,9 milhões de pessoas nos Estados Unidos, incluindo nomes, endereços, números de segurança social e até dados de cartão de crédito de 200 mil indivíduos. Foi um dos incidentes digitais mais graves da história.

Além da Equifax, malwares sem arquivo são frequentemente empregados por grupos de ransomware, que os utilizam para criptografar arquivos confidenciais em redes corporativas sem deixar rastros fáceis de identificar. Trojans bancários também se valem de scripts na memória para roubar credenciais sem ativar os sistemas de segurança dos bancos, demonstrando a versatilidade e o poder furtivo dessa técnica.

Como Identificar e Se Proteger Dessa Ameaça Fantasma

Embora o malware fileless seja um adversário formidável, ele não é invencível. Um sistema comprometido pode apresentar sinais de infecção, como lentidão inexplicável, pop-ups misteriosos, movimentos inesperados do mouse ou programas que abrem e fecham sozinhos. A atenção a esses comportamentos anômalos é o primeiro passo para a detecção.

Para se proteger, é crucial adotar uma abordagem proativa e multicamadas:

  1. Atualize softwares constantemente: Manter seu sistema operacional e todos os programas atualizados é vital. As atualizações corrigem vulnerabilidades de segurança que poderiam ser exploradas para injetar códigos maliciosos na memória.
  2. Cuidado com macros: Nunca habilite macros em documentos que chegam de fontes desconhecidas ou suspeitas. Macros são uma porta de entrada comum para a execução de scripts fileless.
  3. Use ferramentas que analisam o comportamento do sistema: Antivírus tradicionais podem não ser suficientes. Soluções de detecção e resposta de endpoint (EDR) ou detecção e resposta estendida (XDR) são projetadas para monitorar comportamentos anômalos, como o PowerShell enviando dados para um IP suspeito, mesmo sem um arquivo envolvido.
  4. Desative o que não for necessário: Se você não utiliza ferramentas como PowerShell ou WMI em sua rotina, desative-as ou aplique restrições de segurança mais robustas. Isso reduz a superfície de ataque que os cibercriminosos podem explorar.

Além dessas medidas, a higiene digital básica – desconfiar de mensagens duvidosas, links estranhos e e-mails de phishing – continua sendo sua primeira linha de defesa. A batalha contra as ameaças cibernéticas é constante, e enquanto a tecnologia de segurança avança, os criminosos continuam a refinar suas táticas, agindo como fantasmas persistentes em busca de vulnerabilidades.

Teclado mecânico: Switch Red, Blue ou Brown? Saiba escolher o melhor para você

Teclado mecânico: Switch Red, Blue ou Brown? Saiba escolher o melhor para você

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"title": "Teclado Mecânico: Qual Switch Escolher entre Red, Blue e Brown para Otimizar Sua Experiência em Jogos e Digitação?",
"subtitle": "Descubra as características únicas de cada tipo de switch e encontre o modelo ideal que se alinha perfeitamente ao seu estilo de uso e ambiente, seja para games competitivos ou alta produtividade.",
"content_html": "<p>O universo dos periféricos de computador tem se sofisticado a ponto de transformar a escolha de um teclado mecânico em uma decisão estratégica. Longe de ser apenas uma questão estética ou de iluminação RGB, o coração desses equipamentos reside nos seus switches – os pequenos mecanismos sob cada tecla que definem a sensação, o som e a resposta tátil ao serem pressionados.</p><p>Para quem busca o máximo de desempenho ou conforto, entender as nuances entre os switches Red, Blue e Brown é fundamental para evitar arrependimentos. Cada cor representa um comportamento físico distinto, impactando diretamente sua experiência ao digitar ou jogar. A seguir, detalhamos as particularidades de cada um para que você possa fazer a escolha mais informada para o seu setup.</p><h3>Switch Blue: O Feedback Sonoro e Tátil para Digitação Precisa</h3><p>O Switch Blue é conhecido por sua natureza 'clicky', caracterizada por um estalo audível e um feedback tátil bem definido no momento exato em que o comando é registrado. Essa resposta dupla — sonora e tátil — é altamente valorizada por redatores, programadores e qualquer pessoa que passe longas horas digitando, pois oferece uma confirmação clara do acionamento da tecla, o que pode reduzir significativamente erros de digitação.</p><p>Contudo, essa mesma característica é a sua maior desvantagem em ambientes compartilhados. O som proeminente do Switch Blue pode ser bastante incômodo em escritórios abertos ou para quem utiliza o teclado em horários noturnos, podendo perturbar outras pessoas. Além disso, devido à sua força de atuação ligeiramente maior e um ponto de reset que exige que a tecla retorne quase totalmente antes de um novo acionamento, ele pode não ser a melhor opção para jogos competitivos que demandam repetições de comandos extremamente rápidas, como em MOBAs ou FPS.</p><h3>Switch Red: Velocidade e Silêncio para o Público Gamer</h3><p>No extremo oposto, encontramos o Switch Red, um favorito indiscutível entre os gamers. Classificado como 'linear', ele oferece um curso de tecla suave e uniforme, sem qualquer "degrau" tátil ou clique audível. Essa fluidez permite uma ativação incrivelmente rápida e sem esforço, essencial para jogos de ritmo acelerado onde cada milissegundo é crucial. Outra vantagem marcante é o seu funcionamento silencioso, já que a ausência de um mecanismo de clique interno o torna muito mais discreto que o Switch Blue.</p><p>Por outro lado, essa leveza pode ser um desafio para quem foca primariamente em produtividade e digitação. A ausência de feedback tátil pode levar a erros de digitação mais frequentes ou ao acionamento acidental de teclas adjacentes, simplesmente pelo peso dos dedos repousando sobre o teclado. Para usuários acostumados com teclados de membrana ou switches mais pesados, a sensação inicial com o Red pode parecer 'solta' ou carente de precisão para textos extensos.</p><h3>Switch Brown: O Equilíbrio Tátil e Silencioso para Versatilidade</h3><p>Se a sua busca é por um meio-termo, o Switch Brown é a escolha ideal. Ele é um switch 'tátil', o que significa que oferece aquele sutil "degrau" de resistência que você sente ao pressionar a tecla, confirmando o acionamento e auxiliando na precisão da digitação, mas sem o barulho estridente do Switch Blue. Essa característica o torna a opção mais segura e versátil para quem precisa de um teclado híbrido, igualmente eficaz para sessões intensas de jogos e para tarefas profissionais.</p><p>A principal força do Switch Brown reside em sua adaptabilidade. Ele proporciona a confirmação tátil que muitos usuários valorizam, mas mantém a discrição necessária para ambientes de trabalho ou para quem divide o espaço com outras pessoas. A desvantagem, segundo alguns entusiastas mais puristas, é que ele pode não ser tão liso quanto o Red, nem tão nítido quanto o Blue, podendo apresentar uma sensação ligeiramente "arenosa" no mecanismo. Contudo, para a maioria dos usuários, o equilíbrio do Brown resolve o dilema entre lazer e trabalho, oferecendo uma experiência robusta sem os extremos dos outros switches.</p><h3>Como Escolher o Melhor Switch para o Seu Perfil?</h3><p>A decisão final sobre qual switch levar para casa deve ser guiada pelo seu ambiente de uso e seus objetivos principais. Se você valoriza a sensação rítmica de uma máquina de escrever moderna, foca em alta produtividade textual e tem um ambiente isolado onde o ruído não é um problema, o Switch Blue é a escolha que proporcionará a experiência mais satisfatória e envolvente.</p><p>Caso seu foco seja a performance máxima em jogos competitivos e você preze por um setup silencioso, o Switch Red é o caminho lógico. Sua leveza e acionamento rápido são o padrão ouro para quem busca vantagem em jogos de tiro online e outros títulos que exigem reações ultrarrápidas.</p><p>Por fim, se você compartilha seu espaço ou busca um teclado que seja excelente tanto para jogar quanto para escrever, sem pender para os extremos, o Switch Brown é a recomendação mais assertiva. Ele entrega o feedback tátil essencial sem o ruído excessivo, sendo a porta de entrada mais segura e versátil para o mundo dos teclados mecânicos de alto nível.</p>"
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