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Trump amplia proibição de entrada nos EUA para mais sete países; 15 sofrem restrição parcial

Trump amplia proibição de entrada nos EUA para mais sete países; 15 sofrem restrição parcial

Expansão das Restrições de Viagem

O governo do presidente Donald Trump anunciou nesta terça-feira (16) a inclusão de sete novos países na lista de nações cujos cidadãos estão proibidos de entrar nos Estados Unidos. A medida, justificada pela Casa Branca como necessária para a segurança nacional, combate ao terrorismo e cumprimento das leis de imigração, eleva o número de países sob restrições totais.

Novos Países na Lista Negra

Os países adicionados à proibição total de entrada são: Burkina Faso, Laos, Mali, Níger, Serra Leoa, Sudão do Sul e Síria. Além disso, a administração Trump impôs restrições totais à entrada de pessoas com documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina.

Restrições Parciais e Histórico das Medidas

Em paralelo, 15 países tiveram a entrada de seus cidadãos sujeita a restrições parciais. São eles: Angola, Antígua e Barbuda, Benin, Costa do Marfim, Dominica, Gabão, Gâmbia, Malaui, Mauritânia, Nigéria, Senegal, Tanzânia, Tonga, Zâmbia e Zimbábue. Essa ampliação segue uma lógica de controle migratório que já havia impactado outros 12 países em junho, como Afeganistão, Irã e Somália, que enfrentam proibição total, e Burundi, Cuba e Venezuela, com restrições parciais.

Contexto e Justificativas Oficiais

A Casa Branca declarou que as novas restrições visam obter a cooperação de governos estrangeiros, especialmente na redução de permanência ilegal de seus cidadãos nos EUA, além de promover objetivos de política externa e segurança. As medidas surgem em um contexto de tensões na imigração, após um incidente em Washington no mês passado, onde um imigrante afegão baleou dois agentes da Guarda Nacional, resultando na morte de um deles. Na sequência, o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) suspendeu o processamento de pedidos de imigração de afegãos e anunciou a revisão de green cards de cidadãos de 19 países considerados de “preocupação” pelos EUA.

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