EUA Ampliam Sanções e Ameaçam Ações Militares Contra Venezuela
O Presidente Donald Trump anunciou um bloqueio total a petroleiros sancionados e declarou que a Venezuela está “cercada”. A Casa Branca afirmou que Trump continuará a “bombardear barcos” até a rendição do governo de Nicolás Maduro. Como consequência direta, diversas companhias petroleiras já cancelaram operações em portos venezuelanos, intensificando o isolamento econômico do país.
Apoio Regional e Tensão Crescente na América do Sul
As ações dos Estados Unidos ganharam apoio de governos regionais. O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, declarou que seu futuro governo apoiará uma eventual ofensiva dos EUA. Trinidad e Tobago também concordou em permitir o acesso de aviões militares americanos em seus aeroportos. Em meio a essa escalada, a ONU acusou Maduro de obrigar adolescentes a se alistarem em milícias, e o presidente venezuelano ameaçou o novo presidente chileno, que o classificou como “narcoditador”.
Articulação da Direita Sul-Americana e Agenda Libertária
Na Argentina, o presidente Javier Milei celebrou dois anos de governo com sua base fortalecida e avanços em reformas. Em um encontro com José Antonio Kast em Buenos Aires, os líderes projetaram uma cooperação reforçada entre Argentina e Chile. Milei discursou defendendo sua agenda libertária e mencionou um “despertar” da direita no continente sul-americano, sinalizando uma possível nova configuração política na região.
Outras Notícias Internacionais: EUA e Europa em Foco
No cenário internacional, o Presidente Trump expandiu a lista de países cujos cidadãos são proibidos de entrar nos Estados Unidos e moveu um processo contra a rede BBC, pedindo US$ 5 bilhões em indenização. Na Europa, o Parlamento da França suspendeu a tramitação da reforma da Previdência proposta por Macron. Em um caso local francês, um prefeito renunciou ao cargo após ser obrigado pela Justiça a celebrar o casamento de um imigrante que seria deportado.















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